SinPRF-PR participa de reunião na Superintendência para tratar de falta de efetivo

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Na manhã desta quinta-feira (31), o SinPRF-PR participou de uma reunião na sede da Superintendência da PRF no Paraná, para tratar da falta de efetivo na atividade-fim. O Sindicato foi representado pelo presidente Nunes e os diretores Bezerra e Guimarães. Pela administração estavam presentes o superintendente, PRF Fernando Oliveira, o superintendente executivo, PRF S. Carvalho, o chefe da Gestão de Pessoas, PRF Edson Braga, e o chefe de Gabinete, PRF Hermeto. Pela Delegacia Metropolitana, estavam o chefe da unidade, PRF Esteves e o chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização, PRF Topan.


Soma de esforços para resolver o problema

Foi cobrado, mais uma vez, pelos representantes sindicais, uma medida urgente para minimizar o baixo efetivo da pista, em especial da Delegacia Metropolitana. O baixo efetivo na atividade-fim coloca os policiais e a sociedade em risco. Assim, tanto os gestores da Superintendência quando os da Delegacia se comprometeram, em um curto espaço de tempo, a fazer uma redistribuição de pessoal para reforçar o efetivo operacional.


Gestão do efetivo cabe à administração

É sempre importante lembrar que o Sindicato tem buscado, de maneira firme, melhores condições de trabalho aos colegas da pista, mas que a gestão do efetivo para incremento da atividade fim cabe aos gestores da Superintendência e das delegacias. Seguimos acompanhando o caso para que, em breve, o efetivo operacional seja reforçado. É necessário, justo e urgente!

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O SinPRF-PR segue atuando de forma permanente em Brasília na defesa da polícia rodoviária federal e de seus integrantes, acompanhando de perto as discussões sobre a criação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC).

Para o Sindicato, é fundamental que a construção desse novo instrumento financeiro ocorra de maneira justa, equilibrada e transparente, garantindo à PRF participação efetiva nos recursos e o reconhecimento do papel estratégico que a instituição exerce no enfrentamento ao crime organizado, na segurança viária e nas demais atribuições constitucionais.

É justo e necessário que os policiais rodoviários federais tenham assegurado o bônus anunciado, bem como que a instituição seja devidamente fortalecida em sua estrutura, logística e capacidade operacional. Investir na PRF é investir diretamente na proteção das rodovias federais, das fronteiras e no combate qualificado às organizações criminosas.

O presidente do SinPRF-PR, Sidnei Nunes, destaca que o Sindicato seguirá vigilante e atuante nas tratativas. “Defendemos que a PRF seja contemplada de forma proporcional à relevância e à responsabilidade que exerce no enfrentamento às organizações criminosas. Nosso compromisso é com uma distribuição justa dos recursos e com o fortalecimento efetivo da instituição e dos policiais, sempre com responsabilidade e diálogo”, afirmou.

No fim, quem ganha é a sociedade brasileira, que depende de uma PRF valorizada, estruturada e preparada para cumprir sua missão constitucional com eficiência e responsabilidade.

Confira abaixo a íntegra da Nota Pública Conjunta sobre a criação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas.

 

 

NOTA PÚBLICA CONJUNTA – Criação de fundo único de combate às Organizações Criminosas.

As entidades representativas das carreiras policiais da União reuniram-se nesta terça-feira (10/02) para debater a importância da criação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC), iniciativa considerada estratégica para o fortalecimento da segurança pública federal e para o enfrentamento qualificado do crime organizado no país.

O entendimento dos representantes dos servidores policiais da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Penal Federal (PPF) é de que a implementação deste fundo representa um instrumento essencial para ampliar a capacidade operacional das polícias da União, fortalecer suas estruturas institucionais e potencializar as ações de investigação, repressão e desarticulação das organizações criminosas.

A proposta apresentada pelo Ministério da Justiça contempla a possibilidade de destinação de recursos para investimentos institucionais e aquisição de equipamentos, assegurando maior eficiência, integração e modernização das forças policiais federais. Contudo, o projeto ainda não foi enviado ao Parlamento para tramitação.

As entidades reafirmam seu compromisso com o diálogo institucional, com a construção de soluções equilibradas e com a defesa de políticas públicas que garantam melhores condições de trabalho aos profissionais da segurança pública, refletindo diretamente na proteção da sociedade brasileira.

Por fim, as entidades signatárias permanecerão atuando de forma conjunta e permanente para a implementação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas, com o intuito de fortalecer as polícias da União e contribuir efetivamente para o enfrentamento ao crime organizado em todo o território nacional.

 

Assista ao vídeo

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