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SinPRF-PR apoia celebração dos 98 anos da PRF e reconhecimento dos policiais destaque

No dia 24 de julho (sexta-feira), a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal no Paraná realizará uma programação especial em comemoração aos 98 anos da PRF. O SinPRF-PR tem a satisfação de apoiar este importante momento de celebração da história da Instituição e de valorização daqueles que a constroem diariamente.

Além das atividades comemorativas, a cerimônia contará com uma homenagem especial aos policiais destaque, escolhidos por votação dos próprios colegas. Serão reconhecidos servidores da Superintendência e de cada delegacia do Paraná, em um gesto de valorização profissional e reconhecimento pelo comprometimento, dedicação e excelência no serviço prestado à sociedade.

Mais do que celebrar uma data histórica, o evento homenageia as pessoas que fazem da Polícia Rodoviária Federal uma instituição ímpar, respeitada e essencial para a segurança pública do nosso país.

📍 Local: Sede da SPRF-PR

Programação

☕ 8h – Café da manhã (2º andar)

🎖️ 9h – Cerimônia comemorativa, com homenagens aos policiais destaque e apresentações musicais (Auditório)

🎯 A partir das 10h30 – Dia de portas abertas, com competições, brindes, exposição de produtos e atividades para servidores, colaboradores e familiares.

🏆 Competições

• Tiro (14h)

• Truco (14h)

• Tênis de mesa (14h)

• Xadrez (manhã e tarde)

🚓 Também haverá exposição de viaturas, helicóptero e cães da PRF.

🗳️ Vote no Policial Destaque

A homenagem será definida pelos próprios colegas. Participe da votação e ajude a reconhecer os policiais que se destacam na Superintendência e nas Delegacias da PRF no Paraná.

➡️ Vote agora: bit.ly/98anosprf

⏰ Prazo para votação: até as 20h do dia 17/07.

📝 As inscrições para as competições permanecem abertas até 22/07.

O SinPRF-PR convida todos os colegas e seus familiares a participarem dessa celebração, que une integração, reconhecimento e valorização daqueles que fazem da PRF uma das instituições mais necessárias e respeitadas do Brasil.

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Sistema Sindical cobra revisão da Portaria 456/2017 e trabalha pela inclusão de Guarapuava e Maringá na indenização de fronteira

Em ofício encaminhado à Direção-Geral da PRF em 11 de março de 2026, a FenaPRF solicitou a retomada de tratativas com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para a revisão da Portaria nº 456/2017, que define as localidades estratégicas para fins de pagamento da indenização prevista na Lei nº 12.855/2013.

No documento, a entidade destaca que o processo tramita no MGI desde outubro de 2023, sob o protocolo nº 14022.103781/2023-44, a partir da remessa dos autos do processo SEI nº 08452.004970/2019-96, do DPRF. A última movimentação pública ocorreu em agosto de 2025, quando o nível de acesso foi alterado para “restrito”, sem novas informações desde então.

A entidade argumenta que há localidades que atendem integralmente aos critérios legais, mas que ainda não foram contempladas na lista específica da PRF. Há um trabalho, inclusive, pela inclusão de Guarapuava e Maringá, no Paraná.

MP reacende o debate sobre a indenização

A discussão sobre a indenização de fronteira ganhou novo impulso com a tramitação da Medida Provisória nº 1.375/2026, que ampliou o rol de carreiras e órgãos alcançados pelo benefício. A MP, no entanto, não trata de reajuste do valor.

Diante disso, o deputado Nicoletti (PL-RR) apresentou emenda para fixar a indenização em R$ 185,00 por dia de efetivo trabalho. Na justificativa, o parlamentar aponta que o valor está defasado há 13 anos e cita o INPC acumulado de 103,8% entre setembro de 2013 e junho de 2026 como base para a atualização.

Para a FenaPRF, o momento é oportuno para corrigir não apenas a defasagem do valor, mas também a distorção na definição das localidades contempladas pela PRF, buscando isonomia com as demais instituições federais.

Fala do diretor jurídico

“O Sistema Sindical segue atuando para que a revisão da Portaria nº 456/2017 saia do papel e contemple municípios que comprovadamente atendam aos critérios legais. Estamos trabalhando pela inclusão de Guarapuava e Maringá, no Paraná, porque é uma questão de isonomia, justiça e valorização do trabalho dos policiais rodoviários federais que atuam nessas localidades”, afirmou Sidnei Nunes, diretor jurídico da FenaPRF e presidente do SinPRF-PR.

A FenaPRF e o SinPRF-PR reforçam que a atualização da regulamentação é essencial para garantir tratamento equilibrado entre os servidores que atuam em áreas estratégicas de combate aos delitos transfronteiriços, fortalecendo a fixação do efetivo e reconhecendo as condições diferenciadas enfrentadas pela categoria.

Com informações da FenaPRF.

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Auxílio-saúde para as polícias da União avança no Congresso

A Comissão Mista do Congresso Nacional aprovou o relatório da Medida Provisória nº 1.348/2026, que cria o auxílio-saúde para os servidores das polícias da União. A medida contempla os PRFs e representa um importante avanço em uma pauta histórica de valorização da categoria.

Um reconhecimento à atividade policial

O texto aprovado autoriza a utilização de recursos do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (FUNAPOL) para custear o auxílio-saúde dos servidores das Polícias da União.

A iniciativa reconhece as particularidades da atividade policial e a necessidade de investimentos permanentes na saúde física e mental dos profissionais que atuam diariamente na proteção da sociedade. Além disso, o benefício ajudará a reduzir os custos com assistência médica suportados pelos servidores e reforça a política de valorização das carreiras policiais federais.

Atuação da FenaPRF foi decisiva

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) acompanhou toda a tramitação da medida e atuou junto ao Parlamento para assegurar que os PRFs fossem contemplados no texto aprovado.

O trabalho de articulação institucional foi fundamental para que a categoria integrasse a proposta, consolidando mais uma conquista construída por meio da atuação das entidades representativas.

Tramitação continua

Apesar da aprovação na Comissão Mista representar um passo importante, a Medida Provisória ainda será analisada pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal antes de sua conversão definitiva em lei.

As entidades representativas permanecem mobilizadas para acompanhar a tramitação e defender a manutenção do texto aprovado.

O SinPRF-PR segue acompanhando

O SinPRF-PR acompanha atentamente a evolução da matéria e reafirma seu compromisso com a valorização dos PRFs. O Sindicato continuará atuando em conjunto com a FenaPRF na defesa de iniciativas que promovam melhores condições de trabalho, saúde e qualidade de vida para a categoria, mantendo os filiados informados sobre cada avanço dessa importante pauta.

Acesse o link e saiba mais: https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/173493

Com informações da FenaPRF e Câmara dos Deputados.

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Sindicalização: a força que transforma reivindicações em conquistas

Ao longo dos últimos anos, a carreira dos policiais rodoviários federais acumulou avanços importantes. Os números falam por si: aumento dos subsídios, valorização do auxílio-alimentação, ampliação da assistência suplementar à saúde e melhorias que impactam diretamente a qualidade de vida dos servidores e de suas famílias.

Mas existe uma pergunta que precisa ser feita: essas conquistas aconteceram por acaso?

A resposta é simples: não.

Por trás de cada reajuste, de cada negociação bem-sucedida e de cada avanço remuneratório existe um trabalho permanente de representação realizado pela FenaPRF e pelos sindicatos filiados, entre eles o SinPRF-PR. São anos de articulação política, reuniões com parlamentares e representantes do governo federal, estudos técnicos, notas jurídicas, mobilização da categoria, assembleias, audiências e diálogo institucional.

Os dados mais recentes demonstram a dimensão dessas conquistas. Entre 2016 e 2026, o subsídio inicial da carreira passou de R$ 6.719,91 para R$ 12.253,84, enquanto o subsídio final evoluiu de R$ 12.206,09 para R$ 23.000,00. No mesmo período, o auxílio-alimentação registrou crescimento superior a 160%, e a assistência suplementar à saúde também apresentou avanços expressivos.

Mais do que números em uma tabela, esses resultados representam reconhecimento profissional, dignidade para os servidores e melhores condições para que a PRF continue prestando um serviço de excelência à sociedade.

Quem se beneficia das conquistas?

Uma característica importante da atividade sindical é que os resultados obtidos em negociações nacionais alcançam toda a categoria. Ou seja, filiados e não filiados são beneficiados pelos avanços conquistados.

Entretanto, existe uma diferença fundamental: somente os filiados ajudam a construir essas vitórias.

São os recursos provenientes das contribuições sindicais que permitem manter uma estrutura permanente de atuação, custear estudos técnicos, acompanhar projetos legislativos, contratar assessorias especializadas, promover mobilizações e garantir que a voz da categoria seja ouvida nos espaços de decisão.

Em outras palavras, enquanto todos colhem os frutos, são os filiados que sustentam a árvore.

A importância de fortalecer quem representa a categoria

Nenhuma entidade sindical é forte por si só. Sua força está diretamente ligada ao nível de participação e união da categoria que representa.

Quanto maior o número de filiados, maior a legitimidade para negociar, maior a capacidade de mobilização e maior o peso político da representação sindical perante o governo federal, o Congresso Nacional e a administração pública.

Por isso, a sindicalização não deve ser vista apenas como uma contribuição financeira ou como acesso a benefícios e convênios. Trata-se de um investimento coletivo na defesa da carreira, da instituição e dos direitos de cada policial rodoviário federal.

O futuro também depende da união

As conquistas obtidas até aqui são motivo de orgulho, mas também demonstram que a valorização profissional é resultado de um trabalho contínuo.

Os desafios permanecem. Novas pautas surgirão. Haverá novas negociações, novos debates e novas batalhas em defesa da categoria.

Por isso, fortalecer o sistema sindical é fortalecer a própria carreira.

Lembre-se!

Cada conquista do passado carrega a marca da união. Cada conquista do futuro dependerá dela também.

Ser filiado é mais do que receber benefícios. É participar ativamente da construção de uma PRF mais valorizada, mais respeitada e mais forte.

Porque nenhuma conquista é por acaso. Ela nasce da organização, da representatividade e da força de uma categoria que decide caminhar unida.

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SinPRF-PR acompanha pautas estratégicas de interesse da categoria

O SinPRF-PR segue monitorando e atuando junto ao Sistema Sindical Nacional nas principais demandas de interesse dos policiais rodoviários federais. Confira as atualizações mais recentes:

Questão previdenciária (PRFs ingressados entre 2013 e 2019)

A demanda relacionada ao enquadramento previdenciário dos policiais rodoviários federais ingressados entre 2013 e 2019 permanece sem avanços desde a última atualização.

Nesta semana, o diretor de Gestão de Pessoas da PRF, PRF Alexandre R. Silva, terá reunião com a diretora Cíntia, do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), oportunidade em que cobrará novamente a conclusão do processo e buscará esclarecimentos sobre o estágio atual da análise e eventuais pendências para sua finalização.

Horas extras

Importante vitória para a categoria: o Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar ação proposta pelo Partido Solidariedade, declarou a inconstitucionalidade dos dispositivos da Lei nº 11.358/2006 que impediam o pagamento de horas extras aos policiais rodoviários federais.

A decisão foi unânime, acompanhando o voto do relator, ministro Luís Roberto Barroso, que reconheceu que o regime de subsídio não afasta o direito à remuneração pelas horas extraordinárias efetivamente trabalhadas.

Após o julgamento, a FenaPRF requereu o cumprimento da decisão. Contudo, a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou questionamentos jurídicos relacionados à execução do julgado. Diante desse cenário, a Federação está adotando novas medidas junto ao STF para assegurar a efetiva implementação da decisão e o reconhecimento do direito dos policiais rodoviários federais.

Adicional noturno

Apesar de o STF ter assegurado o pagamento das horas extras, a Corte entendeu que o adicional noturno permanece vedado pela redação atual da Lei nº 11.358/2006.

Em razão disso, a FenaPRF, em conjunto com a Administração da PRF, está trabalhando na construção de uma solução legislativa que possibilite o restabelecimento desse direito.

Nos próximos dias, estão previstas reuniões entre o presidente da FenaPRF, Tácio Melo, o diretor-geral da PRF e a Diretoria de Gestão de Pessoas da instituição para definição da estratégia política voltada à alteração da legislação e à retomada do pagamento do adicional noturno aos policiais rodoviários federais.

O SinPRF-PR continuará acompanhando de perto a evolução dessas pautas e manterá a categoria informada sobre qualquer novidade.

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Decisão do STF que afasta idade mínima na aposentadoria especial reforça argumento da FenaPRF

O debate em torno da aposentadoria especial para as carreiras de segurança pública ganhou um novo e importante argumento. Em julgamento encerrado no último dia 3 de junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a obrigatoriedade de uma idade mínima para a concessão desse benefício no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 6.309.

Na visão da Suprema Corte, a aposentadoria especial tem natureza essencialmente protetiva, servindo para retirar o profissional de ambientes perigosos ou prejudiciais à saúde assim que o tempo de serviço exigido for cumprido. Os ministros concluíram que exigir uma idade mínima desvirtua essa proteção, uma vez que força o trabalhador a continuar exposto ao risco por mais tempo do que o necessário.

Impacto Direto na Realidade Policial

Esse entendimento repercute de forma muito positiva na ADI nº 7.726, processo que discute especificamente as regras da aposentadoria especial dos policiais. A FenaPRF participa ativamente dessa ação como amicus curiae, contando com a representação jurídica do escritório Cassel Ruzzarin Advogados.

A Federação avalia que a linha de raciocínio adotada pelo STF no início de junho dá ainda mais robustez aos argumentos apresentados na ADI 7.726. Como a própria Constituição Federal já valida o risco e a natureza diferenciada do trabalho policial, manter a exigência de uma idade mínima para a categoria cria o mesmo cenário de desproteção que o Supremo acabou de derrubar no Regime Geral.

Próximos Passos

A FenaPRF e os sindicatos filiados, incluindo o SinPRF-PR, seguirão monitorando de perto a tramitação da ADI 7.726. O objetivo central é assegurar que o direito à aposentadoria especial dos policiais rodoviários federais seja vinculado estritamente ao tempo de serviço e ao risco da atividade, eliminando qualquer barreira etária adicional. A Federação reforça que continuará mobilizada no STF para garantir a justa e efetiva proteção previdenciária de toda a categoria.

As informações são da FenaPRF.

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Regulamentação do Auxílio-saúde representa avanço, mas ainda gera insatisfação na categoria

A regulamentação do Auxílio-saúde para os policiais rodoviários federais foi oficialmente publicada, marcando um importante passo em uma pauta histórica defendida pelas entidades representativas da categoria. Apesar do avanço, o texto final apresentado não corresponde integralmente ao que vinha sendo debatido e construído ao longo das negociações.

Durante as tratativas, a expectativa era de que a regulamentação contemplasse, de forma mais ampla e justa, os anseios dos policiais rodoviários federais, incluindo ativos, aposentados e pensionistas. No entanto, pontos considerados relevantes pelas entidades ficaram de fora ou foram implementados de maneira diferente do que havia sido acordado nas discussões preliminares.

Ofício enviado ao MJ

Não aceitaremos que a saúde dos policiais rodoviários federais e dos policiais penais federais seja tratada como secundária ou de menor importância! O desgaste físico e mental no combate ao crime é um fardo compartilhado por todos nós. No ofício, enviado ao MJ, solicitamos do governo federal:

1️⃣ Explicações técnicas e orçamentárias sobre os percentuais que privilegiaram uma força em detrimento das outras;

2️⃣ A disponibilização da íntegra da memória de cálculo que embasou essa decisão injusta; e

3️⃣ A designação de audiência urgente com o ministro para apresentar a solução definitiva para o financiamento das nossas atividades: a criação do Fundo da Polícia Rodoviária Federal (FunPRF) e os necessários ajustes no Fundo Penitenciário Nacional (FUNPEN).

A saúde e a valorização de quem arrisca a vida pela sociedade brasileira não podem ser divididas em categorias de primeira e segunda classe. As federações seguirão firmes, unidas e cobrando isonomia!

Seguimos atentos!

A FenaPRF e o SinPRF-PR acompanham atentamente os desdobramentos da medida e reforça que seguirá atuando institucionalmente para buscar aperfeiçoamentos no modelo implementado. O objetivo é garantir que o Auxílio-saúde seja efetivado de maneira mais equilibrada e valorizando todos os segmentos da categoria.

Confira os ofícios enviados aqui

Ofício Conjunto n° 001 2026 MJSP 

Oficio n° 070 2026 DPRF 

Veja a portaria aqu

Assista ao vídeo

Confira a nota pública da FenaPRF sobre o tema

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, representante dos 27 Sindicatos Regionais e dos Policiais Rodoviários Federais em todo o país, vem a público manifestar o sentimento de frustração e descontentamento da categoria com o teor da Portaria nº 1.231, de 29 de maio de 2026, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que regulamenta o Auxílio-saúde destinado aos servidores das polícias federais.

O Auxílio-saúde foi conquistado após intensa articulação dos representantes da PRF, PF e PPF, e materializada através da Medida Provisória nº 1.348/2026. Trata-se de medida de justiça e reconhecimento ao imenso desgaste físico e mental imposto pela atividade policial – que gera índices de adoecimento e suicídio muito superiores à média da população brasileira. Não é privilégio. É reparação e cuidado com quem arrisca a vida todos os dias no combate ao crime e na defesa da sociedade brasileira.

Porém, uma medida que deveria ser de celebração se transformou em frustração diante de uma portaria que revela uma divisão de recursos discriminatória e inaceitável. De acordo com o ato normativo, a Polícia Federal receberá recursos quase duas vezes e meia superiores aos destinados à Polícia Rodoviária Federal, embora o número de servidores das duas instituições seja próximo.

Essa distorção não tem justificativa técnica ou legal. Ela revela que o governo federal trata a saúde de algumas categorias policiais de forma prioritária, enquanto menospreza a saúde do policial rodoviário federal, como se nossa exposição a riscos – acidentes fatais, violência armada, estresse crônico, condições insalubres de trabalho – fosse menor ou menos digna de atenção. Isso é um desrespeito à nossa categoria e aos milhares de PRFs que adoecem e morrem no exercício da função.

A FENAPRF e o Sistema Sindical dos PRFs seguirão lutando pela ampliação dos recursos do Auxílio-saúde, seja através da correção dos percentuais de distribuição estabelecidos pela Portaria nº 1.231/2026, seja através da ampliação das fontes de custeio previstos na MP 1.348, de 2026. Solicitamos, ainda, que os PRFs e seus familiares de todo o Brasil, marquem e cobrem os parlamentares e autoridades de seu estado, para juntos corrigirmos essa injustiça!

Seguiremos, ainda, trabalhando junto ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo pela criação do Fundo da PRF (FUNPRF), como instrumento de financiamento das atividades de combate ao crime e de valorização dos policiais rodoviários federais.

🟢 Como a portaria beneficia os PRFs?

A portaria regulamenta o uso de recursos do FUNAPOL para custear o Auxílio-saúde, trazendo vantagens diretas:

Público Amplo: O benefício se estende a servidores ativos, inativos, pensionistas da Polícia Rodoviária Federal e também aos seus dependentes (como cônjuges, filhos menores de 21 anos ou até 24 se estudantes, entre outros).

Forma de Recebimento: O auxílio funcionará como um ressarcimento de despesas com saúde efetivamente comprovadas. Não haverá o pagamento de um valor fixo; o servidor será reembolsado pelo que gastar, respeitando os limites que serão fixados.

Orçamento Garantido: Ficou definido que a Polícia Rodoviária Federal receberá uma fatia carimbada de 30,07% dos recursos disponíveis do FUNAPOL para essa finalidade no exercício.

Fontes de Financiamento: O dinheiro virá de arrecadações da loteria de apostas de quota fixa e de dotações orçamentárias do FUNAPOL ampliadas com recursos do Tesouro Nacional em 2026.

⚠️Atenção à regra de não-cumulatividade: O PRF que optar por receber este novo Auxílio-saúde do FUNAPOL não poderá receber cumulativamente a participação da União no custeio da assistência à saúde suplementar do SIPEC. O ingresso neste novo modelo exige a renúncia do anterior.

🛠️ O que falta para a implementação prática?

Embora a portaria ministerial já esteja assinada e em vigor, o dinheiro não cai na conta automaticamente. Para que a implementação aconteça, faltam os seguintes passos:

1.⁠ ⁠Regulamentação Interna pela PRF (Ato Normativo Próprio)

Compete ao diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal editar uma norma específica para o órgão no prazo de até 90 dias (a contar de 29/05/2026). 

Esse ato interno deverá definir:

Os limites individuais máximos de ressarcimento.

Quais despesas médicas serão aceitas e quais estarão vedadas.

Os documentos comprobatórios exigidos e os prazos para entrega (lembrando que declarações unilaterais do servidor não serão aceitas).

Os procedimentos de auditoria, fluxos de análise e regras para devolução ao erário em caso de pagamento indevido.

2.⁠ ⁠Criação do Termo de Opção e Fluxo de Transição

A PRF precisa criar o modelo de termo de opção que o servidor assinará para migrar de sistema, além de estruturar o canal de comunicação com o órgão pagador para suspender o benefício de saúde anterior (SIPEC) assim que o novo for ativado.

3.⁠ ⁠Operacionalização Financeira

A Polícia Federal (gestora do FUNAPOL) precisa realizar a descentralização dos créditos orçamentários e recursos financeiros para a Polícia Rodoviária Federal, que executará o orçamento de forma autônoma para pagar seus servidores.

Como a execução depende da disponibilidade financeira real do fundo, a PF e a PRF também monitorarão e reavaliarão as receitas bimestralmente para ajustar os tetos se os recursos forem insuficientes.

Atualização de reunião realizada ontem (02), na DGP, sobre a Instrução Normativa do Auxílio-saúde

Importante destacar que são ainda informações preliminares

Na data de ontem (02), ocorreu uma reunião da FenaPRF com a Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP), para discussão ponto a ponto sobre a minuta da nossa regulamentação do Auxílio-saúde. Em vias gerais o conteúdo da futura Instrução Normativa (IN) ficou boa e abrangente:

1) Será para todos os servidores da PRF (ativos, aposentados e pensionistas);

2) Também incluirá cônjuge, ex-cônjuge que receba pensão (desde que ele não tenha cônjuge recebendo. Não pode acumular cônjuge e ex-conjuge), filhos até 21 ou 24 anos (se estudante), pais/tutelados/curatelados (desde que dependentes econômicos dentro do imposto de renda). Somente servidores podem ter dependentes na condição de recebimento do Auxílio-saúde;

** 3) Limite máximo mensal – Será apurado bimestralmente de acordo com o que está sendo gasto e o que tem de saldo no fundo, podendo, portanto, o valor do auxílio variar a cada 2 meses. Ou seja, ocorrendo falecimentos, casos de pensionistas que perdem a condição ou servidores que não façam a comprovação, o valor será automaticamente redistribuído, posto que é vedado o pagamento fixo e acumulado;

** 4) Saldo remanescente de despesa – Caso o servidor tenha comprovado mais gastos acima do limite mensal, irá receber o valor teto e as notas que sobraram ficará em crédito por 24 meses para abatimento em comprovações de meses futuros;

5) Não cumulatividade – Conforme portaria do MJ, não é possível receber o Auxílio-saúde e per capita (Sipec) cumulativamente. Bem como servidor que tenha cônjuge servidor público em outro órgão que recebe alguma espécie de auxílio saúde, não poderá utilizar os mesmo dependentes para comprovação dentro do nosso programa;

6) Plano de saúde e odontológico não precisa fazer a comprovação mensalmente, será feito a comprovação anual nos mesmo moldes que é feito hoje, uma vez ao ano;

O que contempla o Auxílio-saúde?

7) Contempla gastos com planos de saúde, planos odontológicos, consultas, exames, diversas terapias, gastos com academia, planos estilo Gympass, medicamentos desde que acompanhados de receita médica, óculos corretivos, vacinas, próteses, entre alguns outros. A comprovação será por meio de nota fiscal ou recibo emitido pelo profissional de saúde.

8) Diferente do per capita atual, não tem a necessidade do servidor ser o titular do plano de saúde, precisa somente que no comprovante constem claramente os dados dos beneficiários;

9) Implementação do benefício – Existe um saldo para ser pago durante 2026. Considerando o ingresso de 100% dos elegíveis, o valor precisa ser dividido para pagamento a partir de julho  ou agosto. Essa decisão ainda não foi tomada, mas em termos financeiros o recebimento a partir de agosto seria mais vantajoso economicamente, pois o servidor ainda poderia receber o per capita de julho;

Valores?

Acreditamos que o valor mensal fique inicialmente entre R$ 900,00 a R$ 1100,00 mensais durante 2026, lembrando da possibilidade de revisão bimestral.

A luta continuará para que tenhamos nosso próprio fundo

A divisão, como já dissemos, é injusta e indecorosa, mas nos fortalece na luta junto aos parlamentares e governo para a criação acelerada do nosso fundo próprio (FUNPRF), para com isso sairmos da gerência da PF sobre o fundo atual.

Como noticiado acima, já foi enviado ofício com pedido urgente de reunião para o ministro da Justiça, visando a discussão da portaria publicada pelo MJ, com a exigência da apresentação do memorial de cálculo que justificou a divisão percentual de 30% da parte do fundo destinado ao Auxílio-saúde para os PRFs. Buscaremos a aplicação da isonomia que o próprio MJ cita na sua portaria.

Da mesma forma, foi encaminhado ofício para o DG/PRF solicitando a sua intervenção institucional junto ao MJ para correção dessa aberração aplicada na divisão dos recursos.

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SinPRF-PR terá representantes na nova gestão da FenaPRF para o triênio 2026-2029

Nesta terça (26), foi realizada a eleição da Diretoria da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) para o triênio 2026-2029, definindo a composição da gestão que estará à frente da entidade nos próximos anos. Foram escolhidos os novos representantes da Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Conselho de Ética.

Reconduzido à presidência, Tácio Melo foi novamente aclamado para o cargo, reforçando a continuidade dos trabalhos em defesa da categoria.



SinPRF-PR fará parte da gestão

O SinPRF-PR terá representatividade na nova gestão com a participação de Sidnei Nunes, que assumirá a Diretoria Jurídica no próximo triênio, e Valdenei Bezerra, eleito presidente do Conselho Fiscal. Além deles, Denilson Cruz integrará a estrutura da Federação como suplente do Conselho de Ética. Raphael Casotti, diretor parlamentar do SinPRF-PR, continuará atuando como delegado representante nas reuniões da FenaPRF.

O SinPRF-PR deseja aos eleitos um mandato produtivo e exitoso, pautado pelo diálogo, fortalecimento institucional e, sobretudo, pela valorização dos policiais rodoviários federais e da carreira PRF.

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Última parcela do reajuste chega ao contracheque: uma conquista da luta sindical em defesa da valorização da carreira

A concretização da última parcela do reajuste salarial no contracheque dos policiais rodoviários federais representa mais do que um avanço remuneratório: simboliza o resultado de uma luta intensa, firme e persistente travada em defesa da valorização da carreira policial federal.

Ao longo desse processo, o SinPRF-PR, ao lado do Sistema Sindical dos PRFs em todo o país, esteve presente de forma ativa, mobilizando esforços, dialogando, articulando e defendendo, com responsabilidade e firmeza, os interesses da categoria. A conquista que agora se materializa é fruto da união, da mobilização coletiva e da convicção de que a valorização do policial rodoviário federal é indispensável para a segurança pública nacional.

Mais do que números no contracheque, esse reajuste representa reconhecimento. Reconhecimento ao trabalho de homens e mulheres que, diariamente, enfrentam riscos, longas jornadas, pressão operacional e inúmeras adversidades para proteger vidas, combater o crime e garantir a segurança nas rodovias e fronteiras do país.

Para o presidente do SinPRF-PR, Sidnei Nunes, a efetivação da última parcela do reajuste simboliza a força da mobilização coletiva e reforça a importância da atuação sindical permanente.

“Essa conquista representa o resultado de muito trabalho, diálogo, união e persistência. O reajuste que hoje se concretiza no contracheque não veio por acaso. É fruto de uma luta séria, construída pelo sistema sindical dos PRFs, sempre com o compromisso de defender a valorização da nossa carreira. Mas seguimos conscientes de que ainda há muito a avançar. O SinPRF-PR continuará firme, atuante e vigilante na busca por novas conquistas para a categoria.”

A conquista agora concretizada reforça um importante avanço para a categoria, mas também reafirma o compromisso permanente com novas pautas voltadas ao fortalecimento e à valorização da carreira.

O trabalho pela valorização é permanente

O SinPRF-PR segue atuando de forma permanente em outras pautas fundamentais para o fortalecimento da carreira e para a ampliação da valorização dos PRFs. Projetos importantes continuam em andamento, e o trabalho sindical permanece firme, constante e comprometido com avanços ainda maiores.

A luta segue porque sabemos da importância de cada policial rodoviário federal para a sociedade brasileira. Cada PRF que veste o uniforme, doa sangue, suor e dedicação ao serviço público é peça essencial para um país mais seguro, organizado e próspero.

Seguiremos trabalhando com seriedade, diálogo e força coletiva para alcançar sempre mais — porque valorizar a PRF é valorizar aqueles que diariamente protegem o Brasil.

SinPRF-PR — firme na defesa da categoria, presente nas conquistas e comprometido com o futuro da carreira.

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Influenciador utiliza abordagem da PRF para monetização e gera onda de ataques contra policiais

No início deste mês, um influenciador digital com mais de 6 milhões de seguidores foi abordado por um policial rodoviário federal em Ponta Grossa, durante fiscalização de rotina. Conforme as informações levantadas, o condutor estava sem habilitação e trafegava com um veículo apresentando diversas irregularidades.

Diante das infrações constatadas, o policial atuou estritamente dentro da legalidade, realizando as autuações cabíveis e promovendo a remoção do veículo ao pátio, conforme determina a legislação de trânsito.

Fiscalização virou conteúdo para redes sociais

O que deveria ser apenas mais uma ocorrência rotineira de fiscalização acabou sendo transformado em conteúdo para redes sociais. O influenciador filmou toda a ação e publicou vídeos tentando inverter a realidade dos fatos, expondo o policial e transmitindo aos seus seguidores a falsa ideia de abuso ou irregularidade na atuação policial.

A situação acende um alerta preocupante: o uso da imagem institucional da Polícia Rodoviária Federal e da atuação legítima de seus policiais como instrumento de monetização em redes sociais. Mais do que gerar engajamento e lucro, a publicação fomentou uma verdadeira onda de ataques e discursos de ódio contra a PRF e contra policiais rodoviários federais de todo o país.

Pode filmar policial? A questão é a finalidade da exposição

É importante destacar que qualquer cidadão pode filmar uma abordagem policial. O policial é um agente público e está em serviço, não havendo impedimento legal para o registro da ação. Entretanto, a discussão central neste caso não está na filmagem em si, mas na finalidade da exposição, na distorção dos fatos e na utilização da atividade policial como ferramenta para obtenção de audiência, engajamento e lucro às custas da honra e da imagem de servidores públicos.

A propagação irresponsável desse tipo de conteúdo ultrapassa os limites da crítica legítima e contribui diretamente para o aumento da hostilidade contra profissionais que diariamente arriscam suas vidas na proteção da sociedade brasileira.

Jurídico do SinPRF-PR estuda medidas em defesa do policial

Diante da gravidade do caso, o Departamento Jurídico do SinPRF-PR está analisando todas as medidas cabíveis para o ingresso de ação judicial em defesa do policial envolvido, buscando a reparação da injustiça sofrida e a responsabilização pelos danos causados à sua imagem e honra funcional.

O SinPRF-PR reafirma seu compromisso permanente na defesa dos policiais rodoviários federais e não aceitará que servidores sejam transformados em alvos de campanhas de desinformação, perseguição virtual ou ataques promovidos com finalidade financeira e exploração midiática.