SinPRF‑PR cobra solução e abre caminho jurídico após denúncia de exclusão de servidoras em missão da ONU

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O Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Paraná (SinPRF‑PR) manifesta profunda preocupação diante das denúncias de que a participação feminina nas missões de paz da ONU está sendo impedida pela PRF.

Atualmente, duas policiais rodoviárias federais lotadas no Paraná estão plenamente habilitadas pela avaliação da UNPOL (Assessment Mission Service) para integrarem missões internacionais. Ambas foram aprovadas nos testes de idiomas, manuseio de armas, direção e informática, e figuram no banco de talentos para futuras convocações. 

Apesar disso, agentes internos da PRF teriam barrado a presença de mulheres na missão atual, mesmo com qualificações comprovadas. Esse tipo de conduta fere os princípios de isonomia, mérito técnico e respeito às competências profissionais, valores que o Sindicato defende com firmeza. 

Segundo o Portal PlatôBR, a negativa dificulta o cumprimento da meta global da ONU de ter 25% de mulheres nas operações de paz até 2028. Diante do caso, o SinPRF‑PR vai oficiar o Ministério da Justiça, solicitando uma solução imediata para que as policiais paranaenses não sejam injustamente preteridas.

Paralelamente, o Departamento Jurídico do Sindicato já estuda as medidas judiciais cabíveis para garantir que as servidoras aprovadas tenham seus direitos respeitados e assegurado o acesso às oportunidades internacionais para as quais estão habilitadas.

Para o presidente do SinPRF‑PR e diretor jurídico da FenaPRF, Sidnei Nunes, a forma como a PRF tem enxergado a ocupação de cargos estratégicos fora da instituição é, no mínimo, equivocada.

“Em outras instituições federais há servidores que ocupam funções de destaque em outros órgãos, como a ONU e o Ministério da Justiça. No entanto, a atual direção da PRF tem fechado as portas para colegas capacitadas, o que compromete o reconhecimento internacional e a valorização da carreira”, afirma.

O SinPRF‑PR reafirma seu compromisso com:

  • A valorização plena e igualitária das servidoras em todas as esferas de atuação;
  • A defesa do mérito técnico e da transparência nos processos de seleção;
  • A tomada de ações concretas no âmbito administrativo e judicial para evitar retrocessos na participação feminina.

Seguiremos acompanhando de perto o desenrolar do caso e não mediremos esforços para garantir justiça e igualdade dentro da instituição.

📌 SinPRF‑PR – Juntos somos mais fortes.

Com informações do Portal PlatôBR

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