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RESPONSABILIDADE AFETIVA

Ter responsabilidade afetiva é tratar as relações e os sentimentos das pessoas (e os seus próprios) com todo o cuidado que eles merecem e devem ser tratados: com transparência, seriedade, verdade, respeito e, principalmente, com empatia. Entender esse conceito e a importância de ser transparente com os próprios sentimentos e com os dos outros é um bom caminho para ter relacionamentos mais saudáveis e satisfatórios. É preciso sempre que as intenções e os sentimentos sejam deixados às claras. Isso é ser responsável com você e com o outro. Isso é ter responsabilidade afetiva.

Sentimentos podem ser confusos e levar as pessoas a dizerem, pensarem e fazerem coisas que nem sempre refletem a realidade. Ter respeito pelas emoções das pessoas com quem nos relacionamos é essencial não apenas para a felicidade alheia, mas também para a nossa própria realização emocional.

A responsabilidade afetiva não serve apenas para relações amorosas. Esse cuidado em falar respeitosamente, de colocar para fora o sentir, pode e deve ser aplicado em todas as relações. Sejam elas afetivas, profissionais ou familiares. Não é o que fala, e sim como fala. Muitas vezes, confunde-se a liberdade de expressão e acabamos machucando o outro, mesmo sem intenção. Não pensamos no impacto das nossas ações, no que falamos e nos danos que podemos causar em outra pessoa. Não é o que é dito que cria os conflitos, mas sim a forma como a informação é transmitida.

Chateou-se? Diga. Te entristeceu? Fale. Deseja algo? Deixe isso claro. Não quer mais? Avise.

A terapia, como ferramenta de autoconhecimento, pode te ajudar a entender as melhores maneiras de se relacionar com o outro, sem que haja tantos conflitos. Busque ajuda de um profissional.


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel

CRP 08/15815

Credenciada PRF

WhatsApp (41) 99641-9946


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Dia Mundial de Conscientização Sobre o Autismo

O mês de abril é o mês escolhido para difundir informações para a população sobre o autismo e assim reduzir a discriminação e o preconceito que cercam as pessoas afetadas pelo transtorno.

Os transtornos do espectro autista (TEAs) aparecem na infância e tendem a persistir na adolescência e na idade adulta. Na maioria dos casos, eles se manifestam nos primeiros 5 anos de vida. As pessoas afetadas pelos TEAs frequentemente têm condições comórbidas, como epilepsia, depressão, ansiedade e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. O nível intelectual varia muito de um caso para outro, variando de deterioração profunda a casos com altas habilidades cognitivas.

Embora algumas pessoas com TEAs possam viver de forma independente, existem outras com deficiências severas que precisam de atenção e apoio constante ao longo de suas vidas. As intervenções psicossociais baseadas em evidência, tais como terapia comportamental e programas de treinamento para pais, podem reduzir as dificuldades de comunicação e de comportamento social e ter um impacto positivo no bem-estar e na qualidade de vida de pessoas com TEAs e seus cuidadores. As intervenções voltadas para pessoas com TEAs devem ser acompanhadas de atitudes e medidas amplas que garantam que os ambientes físicos e sociais sejam acessíveis, inclusivos e acolhedores.


Sintomas

De acordo com o quadro clínico, os sintomas podem ser divididos em 3 grupos:

– ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;

– o paciente é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;

– domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite levar a vida próxima do normal.


Tratamento

O autismo é um transtorno crônico mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar.

Envolve a intervenção de médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e educadores físicos, além da imprescindível orientação aos pais ou cuidadores. É altamente recomendado que uma equipe multidisciplinar avalie e desenvolva um programa de intervenção personalizado, pois nenhuma pessoa com autismo é igual a outra.

Busquem sempre ajuda de um profissional qualificado para o diagnóstico e tratamento adequado.


Fonte: Ministério da Saúde.


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel

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Você vive no piloto automático?

Certamente, em algum momento da sua vida, você já deve ter ouvido essa expressão. Mas o que será que ela quer dizer? E o que isso tem a ver com você e com seu modo de vida? Hoje proponho algumas reflexões sobre seu modo de executar algumas rotinas, para que você identifique suas escolhas e modo de funcionar.

Tecnicamente, o termo ‘piloto automático’ é utilizado para um instrumento ou recurso que guia navios, aviões e até mesmo veículos, de forma automática. Trata-se de uma tecnologia que controla a velocidade onde o motorista ganha mais liberdade na condução, uma vez que é dispensada a necessidade de aceleração. Mas e o que isso tem a ver com o seu dia a dia?

O que é viver no piloto automático? É quando você executa ações e uma rotina de comportamentos de forma repetida e padronizada, sem que as reflita sobre essas.  É um estado mental em que as ações são desempenhadas sem intencionalidade. É como se estivéssemos adormecidos, sem uma conexão de qualidade ao que acontece ao nosso redor. Sair do modo piloto automático, é, na realidade, um acordar. Esse acordar, tomando consciência dos nossos padrões de pensamento, das nossas emoções constitui-se como um desafio diário, de rotinas simples e complexas.

Quando você vai ao mercado e procura por um produto, de uma determinada marca, você olha as demais opções da prateleira, se existem produtos diferenciados, ou pega sempre o mesmo? Você vai ao trabalho sempre pelo mesmo trajeto ou diversifica? Com que frequência você vive algo pela primeira vez? Você sabe o nome das ruas que cruzam a rua em que você mora? Você sabe qual a roupa preferida do seu filho? Você passeia com seu pet no mesmo horário e local? Quando você testou uma nova receita?


“Desligue o piloto automático e tome controle da direção.

O maior responsável pela sua vida é você mesmo.”

(Gabriel Monteiro)


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel

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Animais de estimação e Saúde Mental

A cada dia, mais pessoas decidem adotar ou mesmo comprar um pet, seja um cachorro, um gato ou outro animal de estimação. Independente do motivo pelo qual se optou por ter um animal de estimação, o mesmo atua de forma positiva na saúde mental de seu tutor.

Estudos recentes indicam que ter um animal de estimação pode aliviar muitos sentimentos e situações. No que tange à redução do estresse e da ansiedade, estudos mostram que o contato com animais de estimação pode ajudar a reduzir os níveis de cortisol (hormônio do estresse) e diminuir a ansiedade.

No que se refere a sentimentos de solidão, são excelentes para a companhia. Isso é particularmente importante para idosos ou pessoas que vivem sozinhas.

Ter um animal de estimação incentiva as pessoas a se exercitarem mais, seja caminhando com o cachorro, jogando bola com o gato ou levando o animal para uma caminhada. A presença de um animal de estimação pode ajudar a melhorar o humor e aumentar a sensação de felicidade.

A interação com animais de estimação também pode aumentar os níveis de ocitocina, um hormônio que é conhecido por melhorar o bem-estar emocional. Cuidar de um animal de estimação pode ajudar as pessoas a se sentirem mais responsáveis e ter uma sensação de propósito.

No entanto, é importante lembrar que ter um animal de estimação também vem com responsabilidades, como garantir que eles estejam bem cuidados e saudáveis. É essencial escolher um animal de estimação que se encaixe em seu estilo de vida e que possa fornecer as necessidades adequadas de cuidado.

Como você tem interagido com seu pet?

Qual sua relação com os animais?


“A lealdade de um animal não conhece limites”.


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel

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Você sabe lidar com imprevistos?

A impressão que tenho é de que corremos contra o tempo. É um grande desafio administrar as horas, compromissos e prioridades sobre o que concluir durante as 24 horas de um dia. Há quem goste de planejar e organizar o que precisa ser feito um dia, semana ou mês antes. Há quem vai resolvendo as coisas conforme elas vão acontecendo. Sobre organizar e planejar seus compromissos, qual é o seu perfil? Como você costuma fazer?

Ainda que haja um planejamento e uma programação a ser cumprida, isso não é sinônimo nem garantia de que será possível e viável, afinal, planejar é diferente de controlar. E a minha sugestão de reflexão é sobre imprevistos. Como você lida com eles? Porque sim, ainda que você se programe, organize e planeje, eles  acontecem.

Os imprevistos, ainda que possam causar um certo desconforto, são oportunidades para exercer a criatividade e buscar alternativas de resolução de uma determinada situação. Eles podem acontecer nas mais diversas áreas. Pode ser algo que não foi previsto no seu orçamento financeiro, pode ser um imprevisto de saúde, pode ser um acidente durante um deslocamento, pode ser uma visita de última hora, pode ser um questionamento improvável em uma reunião, no ambiente corporativo.

Qual foi o último imprevisto que você teve em sua vida? Em que área? Como você lidou com isso? Como você resolveu? Que emoções e sentimentos vieram à tona com tal situação? Você se desespera ou foca na solução? Você paralisa ou parte para a ação? Você analisa as consequências ou é impulsivo? O imprevisto que você teve é passível de ser prevenido ou realmente era algo improvável? A forma como você se posiciona diante de um imprevisto diz muito sobre você, sua personalidade e sua saúde mental.


“Se os imprevistos lhe roubarem o chão, abra suas asas…”


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel


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SinPRF-PR realiza o 9º Encontro dos PRFs Veteranos no Paraná

No último final de semana, o Sindicato promoveu o 9º Encontro dos PRFs Veteranos no Paraná. O evento, por conta da Pandemia, não ocorria desde 2020. A confraternização foi realizada na Associação da Patrulha Rodoviária Federal, que fica no Balneário Ipanema, em Pontal do Paraná.

A confraternização foi um sucesso. Os nossos veteranos  tiveram mais uma oportunidade de reencontrar os amigos e relembrar os tempos da ativa, além de celebrar a vida e a saúde.

Vida longa com saúde plena aos veteranos, sempre!

Quer acessar e baixar as fotos? Criamos um arquivo para que os colegas possam baixar as fotos desse encontro e dos anteriores.

ACESSE AQUI 

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Não é à toa que a peça mais forte do jogo é uma dama

Essa semana comemoramos o Dia Internacional das Mulheres. A verdadeira história do oito de março tem muito mais de resistência e luta por direitos do que qualquer coisa. Mulheres unidas, mobilizadas e na luta por direitos básicos. Uma história antiga, porém muito atual.

Não existe um evento único e específico que explique essa data, pois a mesma nasceu de um conjunto de movimentos no final do século 19, contra as péssimas condições de trabalho às quais as trabalhadoras eram submetidas, assim como a diferenciação de direitos em relação aos homens.

O Dia da Mulher tem o objetivo de ser um momento de reflexão das condições femininas em diversas esferas. Com muita luta e resistência, atualmente as mulheres conquistam espaço nos mais diversos ambientes. Felizmente, é comum encontrarmos mulheres em cargos de liderança de equipe, gestão de empresas, no universo esportivo, inclusive no futebol, e em profissões culturalmente estabelecidas como sendo exclusiva para homens, tais como a área policial, política, entre outras.

Aproveitando o ensejo da data de 08 de março, como sendo o mês da mulher, sugiro algumas reflexões simples. Já parou para pensar sobre quem são as mulheres da sua vida? O que as mulheres que vieram antes de você vir ao mundo já passaram, já viveram, já sofreram e já superaram?

Quem são as mulheres que trabalham com você diariamente? Elas têm a mesma liberdade de expressão e oportunidade de crescimento? Você conversa com elas sobre todos os assuntos ou faz distinção sobre “isso é assunto de homem”? Que entendimento você tem sobre os direitos e especificidades das mulheres?


“Sua primeira casa foi uma mulher.

Respeita e agradece!”


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel

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A força da mulher PRF!

Nesta quarta-feira, 8, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. E quando o assunto é segurança pública, a figura feminina tem se mostrado cada vez mais presente. Na Polícia Rodoviária Federal (PRF), o primeiro concurso, que selecionou cinco mulheres, ocorreu em 1978.

No Paraná, as mulheres também seguem fazendo história junto à instituição. A PRF veterana, Hanelore Genehr, foi a primeira a ingressar na PRF como patrulheira, tomando posse em 1982.

Maria Alice Nascimento Souza foi a primeira mulher em toda a história da PRF a assumir a função de superintendente e dirigir uma regional, em uma instituição em que o quadro de servidores era predominantemente formado por homens, assim como o cargo de superintendente era, até poucos anos, exclusivamente ocupado pelo sexo masculino.

Maria Alice entrou para a Polícia Rodoviária Federal na década de 80, em concurso realizado no Paraná e trabalhou em várias unidades da federação retornando ao estado em 1997.

Alice também foi a primeira mulher a se formar como motociclista na PRF, em todo o país. Ela exerceu, por fim, o cargo mais importante da instituição, a de diretora-geral, entre os anos de 2011 a 2017.

Atualmente, na PRF existem 1.452 mulheres na ativa. No Paraná, somam 98. Elas atuam em todas as áreas da instituição, seja em ações ligadas à atividade fim ou às atividades especializadas, como motociclismo, controle de distúrbios, inteligência, operações aéreas, dentre outras. Desta forma, contribuem em muito para o desenvolvimento da PRF.

É sempre importante ressaltar que esse número precisa aumentar, com o ingresso de mais mulheres na corporação.

Valorização

Com o objetivo de reconhecer o importante papel desempenhado por essas mulheres ao longo de décadas dedicadas à PRF e à sociedade brasileira, em outubro de 2022, o SinPRF-PR promoveu o Primeiro Encontro das Mulheres PRFs Veteranas do Paraná

Além do encontro, ao longo de todo o ano, o Sindicato segue em sua missão de defender, promover e reconhecer aquelas que ajudam ou ajudaram a escrever a história de nosso país nas rodovias federais.

Ainda em março será também promovido o 1º Encontro das Mulheres PRFs no Paraná. Será mais uma forma de prestigiar essas guerreiras, sejam ativas ou veteranas.

Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia!

Com informações da PRF e do portal Bem Paraná. 

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Doenças raras: atenção redobrada aos sintomas físicos

Você já ouviu falar no Dia Mundial das Doenças Raras? A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) desenvolveu uma campanha nas redes sociais que visa esclarecer à população e à classe médica a importância da divulgação de informação segura sobre as doenças raras. O Dia Mundial é comemorado no último dia do mês de fevereiro. Para fazer uma analogia, os especialistas afirmam que a data é comemorada no último dia do mês de fevereiro, que é “um mês raro e quando é bissexto, é um dia raro”.

O Dia Mundial das Doenças Raras foi criado em 2008 pela Organização Europeia de Doenças Raras e a data é lembrada em mais de 60 países. Doenças raras são doenças que acometem um número muito pequeno da população global. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, para ser caracterizada como doença rara, ela afeta 1,3 pessoa para cada 2 mil indivíduos. “Na verdade, são 65 pessoas a cada 100 mil habitantes, que dá mais ou menos 1,3 por 2 mil”, afirma a endocrinologista Mariana Guerra, presidente da Comissão de Campanhas da SBEM. No Brasil, a estimativa é que 15 milhões de pessoas tenham doenças raras.

A médica informou que existem em torno de 6 mil a 8 mil tipos de doenças descritas como raras na literatura, que estão presentes em várias especialidades médicas. A maioria delas aparece na infância e 80% são genéticas. Alguns exames são fundamentais para detectar a possibilidade de desenvolvimento de uma doença rara.

No mundo, existem cerca de 300 milhões de pessoas que são caracterizadas pelas doenças raras. Em geral elas são crônicas, progressivas e incapacitantes, afetando a qualidade de vida e podendo ser degenerativas e também levar à morte. Mariana Guerra afirmou que os médicos precisam estar atentos em suas diversas especialidades e os pacientes necessitam entender que alguns exames são fundamentais para se conseguir um diagnóstico precoce.

A presidente da Comissão de Campanhas da SBEM confirmou que os sintomas de algumas doenças raras podem ser confundidos com os de algumas doenças comuns, como o estresse. Um exemplo clássico é um paciente com doença de Cushing (provocada pela alta concentração no corpo de hormônio cortisol, conhecido também como o hormônio do estresse), por exemplo, pode chegar no consultório do endocrinologista com obesidade ou com diabete descompensada; ou no cardiologista, com hipertensão. É preciso estar atento porque os sintomas podem ser semelhantes a doenças comuns.

No ano de 2014, foi instituída a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. No Brasil, existem 240 serviços no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) que oferecem atendimento, diagnóstico e assistência a pessoas com doenças raras. Quanto mais tempo se perde para descobrir uma doença, mais grave ela se torna.


Cuide da sua saúde! Busque especialistas.

Não negligencie os sinais que seu corpo dá.


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel

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Pra você, o ano só começa após o carnaval?

Trata-se de uma frase clássica entre os brasileiros “o ano só começa depois do carnaval”. Será?! 

Por ser um período que coincide com o final das férias escolares, férias do trabalho e por ser início do ano, muitas pessoas entendem que o ‘feriado prolongado’ do carnaval é uma extensão das férias e utiliza esse período como uma ‘desculpa clássica’ para procrastinar projetos.

As pessoas costumam adiar projetos pessoais e profissionais alegando que só vai dar início às ações depois desse período, acreditando que deixar pra depois do carnaval é algo normal e aceitável. Adiam o inevitável: trabalho, estudos e muitas coisas que precisam ser colocadas em dia. De tanto se repetir e se ouvir essa frase por aí, parece que a situação se tornou verdade. E pra você, quando o ano realmente começa?

Esperar o “carnaval passar” não é a melhor estratégia para quem quer resolver problemas e construir seus propósitos.  Mesmo que seja uma questão cultural – na maior parte do país, muitos serviços não funcionam durante o  feriado – é preciso manter o foco mesmo durante o recesso. É fundamental buscar o equilíbrio e não deixar que nada atrapalhe a execução do que precisa ser feito, seja focar no trabalho, nos estudos, arrumar a casa, começar uma dieta, um novo projeto ou mesmo dar continuidade aos que já estão no planejamento.

Por fim, o carnaval acabou e é hora de entrar em ação. É preciso ser firme e retomar o foco. Resgatar as intenções e objetivos estabelecidos no início do ano e agir. Não existe “momento ideal” para dar um passo na direção do que se quer. Independente do carnaval ou de qualquer feriado, você é o responsável por construir a realidade que quer para si. Quando você se conscientiza disso, não dá vontade de esperar mais nenhum dia passar. Então arregace as mangas, que agora é hora!


“Não desistir é o que vai fazer conquistar tudo o que você sonhou”.


Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel

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