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SinPRF-PR apoia a Campanha Dezembro Laranja e reforça cuidados com a saúde dos policiais rodoviários federais

O SinPRF-PR se une à Campanha Dezembro Laranja para conscientizar sobre a prevenção ao câncer de pele, uma das doenças mais comuns no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o câncer de pele representa 33% de todos os diagnósticos de câncer no país. Já a Estimativa 2023 de Incidência de Câncer no Brasil, divulgada pelo INCA, projeta cerca de 220,49 mil novos casos por ano entre 2023 e 2025.

Essa realidade é especialmente preocupante para os policiais rodoviários federais, que desempenham suas funções frequentemente expostos ao sol. Por isso, o SinPRF-PR reforça a importância do uso diário de protetor solar, roupas adequadas, chapéus, óculos escuros e a realização de exames dermatológicos regulares.

A campanha, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), tem como objetivo educar sobre a prevenção, detecção precoce e tratamento do câncer de pele. O Sindicato, alinhado com essa missão, intensifica a divulgação de informações preventivas e incentiva o autocuidado dos policiais, além de promover o acesso a serviços de saúde por meio dos planos credenciados.

Com o câncer de pele sendo o mais incidente no Brasil, prevenir é fundamental. O SinPRF-PR reafirma seu compromisso com a saúde e o bem-estar da categoria, destacando a importância de preservar a qualidade de vida daqueles que trabalham pela segurança de todos. 

Neste Dezembro Laranja, cuidar da pele é mais que um ato de proteção: é uma atitude de valorização da vida.

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TRF1 reconhece SinPRFs estaduais como legítimos representantes dos PRFs

Em decisão do TRF 1ª Região, a justiça decidiu que o Sistema Sindical formado pelos sindicatos estaduais de PRFs e a FenaPRF são os únicos legítimos representantes da categoria dos policiais rodoviários federais. Restou decidido pela quinta turma do TRF1 a extinção do registro sindical do Sindicato Nacional dos Inspetores da Polícia Rodoviária Federal (SINIPRF), o relatório foi assinado pelo desembargador federal Eduardo Martins.

O processo impetrado pelos SinPRFs perdurou 14 anos, ficando dez deles parados. O maior argumento utilizado na ação foi de que a PRF é, como amplamente sabido, categoria única, sendo sua distinção apenas em classes. Inexiste uma categoria de inspetores da Polícia Rodoviária Federal, como ficou conhecido.

A FenaPRF e os sindicatos estaduais reafirmam seu compromisso com os filiados do Sistema Sindical para a defesa das demandas de interesse da categoria. Os policiais rodoviários federais progridem em sua carreira em padrões e classes, e assim foi decidido pelo TRF 1ª Região, sob argumento da defesa dos impetrantes (Sistema Sindical):

Atualmente, na carreira de Policial Rodoviário Federal, os servidores nomeados para o cargo de policial iniciam no padrão I da terceira classe e, de acordo com o desempenho de suas atribuições, são promovidos e progridem até alcançarem o padrão III da classe especial, conforme a alteração introduzida pela Lei nº 12.775/2012. Os critérios para progressão e promoção na carreira são estabelecidos pelo Decreto nº 8.282/2014, que, além de regulamentar esses processos, prevê a possibilidade de promoção, ou seja, a transição do servidor do último padrão de uma classe para o padrão inicial da classe imediatamente superior, tratando-se, portanto, de uma carreira única.

Esse entendimento foi reforçado com a edição da Lei nº 14.875, de 31 de maio de 2024, que adotou uma tabela de subsídios a qual escalona as remunerações exclusivamente nas classes especial, primeira, segunda e terceira, sem qualquer distinção quanto ao cargo de inspetor, confirmando, assim, o caráter indivisível da carreira.

Para Tácio Melo, presidente da FenaPRF, a vitória é o reconhecimento da unicidade da categoria. “O grande trunfo dos policiais rodoviários federais é sermos categoria única com gestão própria, feita de maneira eficiente e justa. O policial que entrou na última turma pode vir a ocupar um cargo de gestão, assim como um gestor pode no dia seguinte voltar à pista”, explicou Tácio.

As informações são da FenaPRF.

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Jurídico

NOTA – Compra de armas de calibre restrito

Foi publicada nesta segunda-feira (02), a Portaria Conjunta COLOG/C EX e DPA/PF Nº 01, de 29 de novembro de 2024, que estabelece normas para aquisição de armas de calibre restrito por parte dos policiais rodoviários federais. A normativa aconteceu após gestão do Sistema Sindical junto ao Executivo e Gestão da PRF. A cobrança de um regramento pelas entidades representativas acontece desde a restrição imposta pelo governo federal em 2023.

O texto da portaria promove uma equiparação entre todas as forças policiais, civis e militares, corrigindo assim uma restrição indevida realizada para os policiais não militares, e atendendo uma demanda da categoria PRF.

Clique aqui e leia a Portaria na íntegra.

Segundo a portaria, os policiais rodoviários federais da ativa e aposentados poderão adquirir até 2 (duas) armas de fogo de uso restrito, além de 600 (seiscentos) cartuchos por arma registrada, anualmente.

A Portaria estabelece, ainda, os procedimentos para aquisição, transferência e importação das armas de uso restrito, além das respectivas munições.

O SinPRF-PR teve papel ativo nessa luta. A causa é justa e a restrição de compra de armas de calibre restrito pelos PRFs não fazia sentido, pois no serviço, já utilizavam um equipamento nesses moldes.

A questão das armas ainda precisa de ajustes, como a permissão do embarque armado aos policiais em geral e não somente aos integrantes da Polícia Federal. Vamos em frente!

Com informações da FenaPRF.