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UPB define mobilizações em defesa dos direitos previdenciários

Diante das alterações legislativas propostas pela PEC 6/2019, que afetam diretamente os direitos previdenciários dos profissionais da segurança pública, desvalorizando e promovendo grandes perdas à categoria, a UPB está promovendo uma série de mobilizações, até o dia 10 de abril.

Nesta terça-feira (02), os policiais participaram de uma mobilização realizada no Aeroporto Internacional de Brasília, com início às 8 horas da manhã. Além de recepcionar os parlamentares e entregar a Cartilha da Reforma da Previdência, nominada Carta aos Parlamentares, foram promovidos esclarecimentos, com destaque para a injustiça do texto para a Reforma da Previdência aos policiais civis, que tiveram um tratamento desigual em relação aos militares.

Os representantes sindicais da categoria, unidos às UPBs estaduais, também deverão entregar a cartilha aos deputados federais e estaduais, em suas bases eleitorais, para o devido esclarecimento dos pontos que retiram direitos dos trabalhadores da segurança pública.

No dia 10 de abril (quarta-feira), uma ação conjunta acontece em Brasília, no Congresso Nacional, com a entrega da cartilha aos deputados federais que ainda não tiverem sido abordados, esclarecendo os principais pontos da Proposta.

 

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Porte de arma para os PRFs aposentados – passo a passo

Considerando as novas funcionais que estão sendo emitidas pela PRF, segue o passo a passo para a obtenção do porte de arma para os colegas apesentados:

1) Submeter-me ao teste psicológico com profissional credenciado à Polícia Federal (abaixo contato da psicóloga Cristiane Guimarães, que mantém convênio com o SINPRF/PR);
2) Levar o laudo até o NUCAP/PR e preencher o requerimento do porte de arma;
3) Ir ao PROSSERV e tirar a foto para a nova Funcional;
4) Aguardar a emissão da Funcional, que virá com a inscrição do porte de arma, (com validade de 5 anos).

Obs. 1) Os que tem o porte de arma antigo, ainda com prazo de validade, poderão utilizá-lo até o seu vencimento. 2) Os que já receberam a nova Funcional sem a inscrição do porte, deverão seguir os passos listados nesta nota. Assim será feito um novo documento.

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SINPRF-PR participa de evento na UTFPR sobre a previdência

Na terça-feira (26), o SINPRF-PR, por meio do diretor jurídico Fabiano Nicolete, participou de evento promovido pela Universidade Tecnológica do Paraná – UTFPR e o escritório de advocacia Trindade e Arzeno, para discutir a reforma previdenciária brasileira, tendo o modelo chileno como base.

Intitulado “Do Chile ao Brasil: os reflexos políticos da Reforma da Previdência”, a reunião foi conduzida pelo professor e advogado chileno Raul Marcelo Devia Ilabaca, especialista em direito previdenciário e um dos principais nomes do Chile no assunto.

O evento contou com representantes de vários sindicatos, além de jornalistas e professores universitários. O professor Raul discursou sobre o modelo de previdência do Chile. Implantado nos anos 80, cada trabalhador deposita cerca de 10% do seu salário em uma conta individual, gerada por empresas privadas que cobram aproximadamente 2% ao mês de taxa de administração. Não existem contribuições de empregadores ou do Estado, assim, o próprio trabalhador que contribui para a sua aposentadoria. Esse dinheiro é gerido e aplicado, livremente por apenas seis empresas financeiras, que fazem a administração dos fundos. Juntas, possuem um patrimônio de 70% do PIB do país.

Em 2008, com a grave crise chilena, esse fundo foi utilizado para outros fins e os trabalhadores perderam 60% dos valores. Na prática, atualmente no Chile, quando a pessoa se aposenta passa a receber apenas 25% do salário da ativa. Após certo tempo, quando a reserva do fundo pessoal acaba, o aposentado, que não terá mais a aposentadoria, passa a receber uma “pensão solidária” do governo. O valor é de 70 dólares ou 300 reais, o que impede que as pessoas vivam com dignidade. O resultado de tudo isso são idosos vivendo à míngua e altas taxas de suicídio.

O professor Raul alertou quanto aos riscos que os brasileiros correm com a proposta do atual governo. Hoje, o povo chileno tenta recuperar uma previdência digna, onde os mais velhos possam ter um mínimo de dignidade e os mais novos, uma expectativa de vida positiva.

Falou ainda sobre as fortes ligações de Paulo Guedes com os economistas responsáveis pela proposta de reforma previdenciária chilena nos anos 80. Em seus estudos de pós-graduação na Universidade de Chicago, Guedes estreitou laços com vários estudantes chilenos que depois viriam a ter papéis relevantes no regime militar. Em outras palavras, Guedes doutorou-se na escola do ultraliberalismo econômico de Chicago, em 1978, mesma escola que deu base à reforma previdenciária nefasta de Pinochet e afundou o Chile.

Em sua fala, Nicolete reafirmou o compromisso do SINPRF-PR na luta contra a proposta apresentada pelo governo: “Lutamos para que os direitos não só dos policiais, mas de todos os brasileiros sejam mantidos. Caso modificados, precisam ser razoáveis e adequados à realidade do trabalhador brasileiro. Com essa proposta, os mais humildes serão os mais afetados”, disse.

O SINPRF/PR continuará vigilante para que a reforma seja apresentada de forma justa, de modo a contemplar a atividade policial da forma como deve ser tratada. Os policiais, que arriscam suas vidas em prol da sociedade, não podem ser esquecidos pelo governo.

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Último dia de AGE da FenaPRF debate diferenças de militares e polícias civis

Com a chegada oficial do texto de reforma previdenciária para os militares (forças armadas, polícia militar e bombeiros), o Conselho de Representantes da FenaPRF voltou a se reunir na quinta-feira (21) para debater as diferenças das novas regras previdenciárias propostas pelo Governo para as forças de segurança.

Militares e policiais civis, da União e dos Estados, tiveram tratamento bastante antagônicos entre si, na análise dos textos propostos pelo Governo Federal. Diante do cenário, os dirigentes sindicais dos policiais rodoviários federais discutiram as melhores estratégias para buscar a isonomia no tratamento, tendo em vista a imensa similaridade das atividades, no âmbito da segurança pública e primeira linha de defesa da paz social.
O presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes, disse ser justo e adequado o tratamento dado aos militares, mas destacou a indignação dos PRFs e demais profissionais de segurança pública com o não reconhecimento, por parte do Governo, aos servidores não militares.

“Vamos unir forças com todas as categorias de segurança pública e exigir do Governo a isonomia no tratamento para todos os profissionais que arriscam suas vidas na defesa da sociedade! A luta só está começando e não iremos nos calar perante nenhuma injustiça!”, destacou Nunes.

Foto: Divulgação FenaPRF

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SinPRF/PR celebra 27 anos de atuação

No dia 20 de março de 1992, durante Assembleia Geral Regional, foi homologada a transformação da Delegacia Regional, em Sindicato Estadual, sendo denominado de Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado do Paraná – SinPRF/PR. A transformação foi motivada pela necessidade de um novo ordenamento para fins de coordenação, representação, proteção e defesa dos direitos e interesses da categoria dos servidores da PRF.

Nesses 27 anos de histórias, muitas lutas foram travadas, jurídicas, administrativas e políticas, sempre buscando a valorização profissional e a garantia dos direitos da categoria. Entre as principais lutas e conquistas dos últimos anos destacam-se a campanha salarial de 2012 e 2015; a retomada das rodovias federais no Paraná, a aposentadoria especial da mulher policial; a indenização de fronteira e a aposentadoria especial policial.

Hoje, o SinPRF-PR, com sede própria desde 1996, possui também uma subsede em Foz do Iguaçu e dois hotéis de trânsito, um em Curitiba (em um imóvel ao lado da sede do Sindicato) e outro em Foz do Iguaçu.

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Informações sobre o comprovante de pagamento da Unimed para ressarcimento

Os sindicalizados que são cooperados da UNIMED, por meio do SINPRF-PR, não precisam encaminhar os comprovantes de pagamento ao NUAP para prestação de contas, pois o relatório já foi encaminhado.

Porém, esses relatórios são referentes àqueles que quitaram as mensalidades de 2018 até 10 de fevereiro de 2019. Os servidores (ativos ou aposentados) e pensionistas que estejam em débito com mensalidades de 2018 precisam enviar os comprovantes de pagamento ao e-mail do NUAP (nuap.pr@prf.gov.br).

PRFs que possuem outros planos de saúde

Os policiais rodoviários federais e pensionistas que possuem outros planos de saúde devem enviar os comprovantes de pagamento ao e-mail do NUAP (nuap.pr@prf.gov.br).

 

Preferencialmente, o comprovante deve ser a declaração do Plano de Saúde ou da Operadora, na qual conste os valores de mensalidade por titular/dependente, sem coparticipação. Outra possibilidade é enviar, em arquivo único, os boletos com os comprovantes de pagamento.

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Recesso – Carnaval

O SINPRF-PR estará fechado nos dias 04, 05 e 06 de março, devido ao Carnaval, retornando as atividades no dia 07/03 (quinta-feira), em horário normal.

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UPB-PR define estratégias para defender direitos previdenciários da categoria

A previdência dos profissionais da segurança pública foi tema de uma reunião da UPB Paraná, realizada na tarde de terça-feira (26), na sede do SINPRF-PR, com a participação de representantes de diferentes categorias policiais.

O encontro foi motivado para a definição de estratégias políticas para atuação junto ao Congresso Nacional, na busca pela garantia dos direitos previdenciários, além de ações de publicidade para sensibilizar a sociedade e também os parlamentares sobre os equívocos da reforma previdenciária e a importância da atuação policial a nível municipal, estadual e federal.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Paraná (SINPRF-PR), Sidnei Nunes, as entidades estão se mobilizando para defender os servidores da segurança pública, pois o diálogo e a união precisam ser consolidados nesta luta.

“A previdência é um ponto de convergência da segurança pública e essa é a nossa prioridade. Existem muitas alterações necessárias, entre ela a transição para aposentação com idade mínima; aposentadoria diferenciada entre homens e mulheres, sem o aumento do tempo mínimo de serviço policial; e paridade e integralidade, independente da data de ingresso. Além disso, buscamos o envio de uma proposta para os trabalhadores da segurança pública, junto com a dos militares”, explica Nunes.

Outro problema é a não inclusão dos guardas municipais e peritos criminais no artigo que se refere à aposentadoria dos policiais, pois eles desempenham atividades inerentes à segurança pública, com o risco peculiar da função.

Para o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Curitiba (SIGMUC), Luiz Vecchi, é inconcebível essa exclusão, pois os guardas municipais são agentes da segurança pública, assim como as demais categorias da área. “Vamos lutar juntos para que esse erro seja corrigido e a aposentadoria policial seja garantida à todos os agentes da área de segurança pública”, afirmou ele.   

Estiveram presentes na reunião o presidente da UPB/PR e do SINPRF-PR, Sidnei Nunes; o  presidente do SINCLAPOL, Fábio Rossi Barddal Drummond; o presidente do SINDIPOL, Michel Franco; o presidente do SIGMUC, Luiz Vecchi; o diretor de assuntos sindicais do SIGMUC, Roberto Junior Prebianca; a presidente do SINPEF/PR, Bibiana Orsi; representante do SINDARSPEN, Guigo Fontoura; o representante da AVM, Machado;  o diretor regional da APCF, José Antonio Schamne; o presidente da ADEPOL, Daniel Prestes Fagundes; o presidente do SINDSEC-PR, Mário Monteiro; o presidente do SINPOAPAR, Alexandre Brondani; a secretária do SINPEF/PR , Luciana Brungari; e o secretário de assuntos jurídicos do SINDPF-PR, Marcos Eduardo Cabello.

 

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Policiais da UPB fazem maratona no Congresso Nacional em defesa da aposentadoria

Policiais federais e civis que integram a UPB – Paraná estão em Brasília, realizando um importante trabalho parlamentar, em defesa da aposentadoria dos profissionais da área de segurança pública.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Paraná (SINPEF-PR), Bibiana Orsi, o diálogo com os deputados federais e senadores paranaenses é fundamental para conscientizar sobre a necessidade de não incluir a categoria na reforma previdenciária. “Nosso objetivo é informar sobre a atuação policial que é diferenciada das demais profissões, com risco à vida e ausência de direitos trabalhistas”, explica ela.

Essas particularidades também foram destacadas pelo presidente do Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná (SINCLAPOL), Fábio Rossi Barddal Drummond: “Não estamos medindo esforços para mostrar a realidade policial, com risco constante à vida, falta de lei orgânica para a Polícia Civil, ausência de indenização por periculosidade, entre outras. Se acabar com nosso único direito, que é a previdência, será a falência da segurança pública”, afirmou.

Para o presidente do SINPRF-PR e da UPB-Paraná, Sidnei Nunes, essa presença constante no Congresso Nacional é muito importante para buscar o apoio dos parlamentares. “Os sindicatos ligados à UPB estão fazendo revezamento semanal para ter uma representação da segurança pública nos gabinetes. Cada estado deve fazer a sua parte e nós do Paraná estamos fazendo o dever de casa. Juntos somos mais fortes nesta luta”, ressalta ele.

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Forças de segurança do Paraná se reúnem para discutir a reforma previdenciária

Representantes de entidades sindicais da área de segurança pública estiveram reunidos na sede do SINPRF-PR, na tarde de quinta-feira (14), para definir estratégias em defesa da aposentadoria dos profissionais do segmento.

O debate abordou questões importantes relacionadas ao tema, entre elas o Decreto nº 9.699/16, publicado no Diário Oficial da União no dia 8 de fevereiro, que autorizou o repasse de mais de R$ 606 bilhões do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social para pagamentos de encargos financeiros da dívida pública, além de transferir parte a estados, municípios e Distrito Federal. Segundo os participantes, uma atitude total-mente equivocada, que prejudica ainda mais o déficit do sistema previdenciário.

Foi consenso entre os presidentes sindicais presentes o entendimento de que, antes da reforma previdenciária, o Governo Federal precisa se atentar a três questões importantes: promover ações efetivas para reduzir a sonegação fiscal, cobrar os devedores da previdência e rever a Desvinculação de Receitas da União (DRU), responsável por parte dos “rombos” com sucessivos desvios dos recursos.

“O momento é de união da categoria, contra a retirada dos direitos dos profissionais da segurança pública, trabalhando em conjunto para sensibilizar a sociedade e os parlamentares. A atividade policial é diferenciada, com risco de vida diário, e sem os mesmos direitos dos demais trabalhadores, como hora-extra, FGTS, insalubridade e periculosidade, e com a continuidade do desconto previdenciário mesmo depois de aposentados. A aposentadoria é o único direito que fazemos jus, sem contar que é inaceitável um aumento de idade que inviabilize a qualidade dos serviços prestados, principalmente em uma ocorrência policial”, afirma o presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes.