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O aumento da pena para crimes cometidos contra integrantes das polícias, do sistema judicial, do sistema prisional e das Forças Armadas (quando motivado pela atuação profissional) foi aprovado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. Antes da votação em plenário, a proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), ao Projeto de Lei 1090/19 e abrange ainda os crimes contra cônjuge ou familiares até o terceiro grau, se a intenção for atingir o agente público em razão do seu cargo.
De acordo com o deputado Subtenente Gonzaga, as alterações fortalecerão as instituições públicas responsáveis pela aplicação da lei e pelo combate ao crime, tratando com mais rigor os crimes praticados contra os agentes dessas categorias.
Com informações da Agência Câmara Notícias.
A 9ª edição dos Jogos de Integração Centro, Sul e Sudeste (JOICSS) será realizada entre os dias 20 e 25 de outubro, na cidade de São Paulo, e o SINPRF-PR estará presente no evento com uma comitiva paranaense para a disputa em diversas modalidades.
As inscrições para as seletivas já estão abertas e devem ser realizadas até o final de agosto pelo link https://forms.gle/D48Zvx5dmg8FD9K2A
Em caso de dúvidas entre em contato com os coordenadores PRF Gorchinski (42) 99914-5253, PRF Macedo (41) 99279-3171 e PRF Cunha (41) 99272-9264.
Confira as modalidades e os respetivos coordenadores:
Futsal 45 – Burgardt
Society livre – Macedo
Society 50 – Delai
Tênis de mesa – Gulmine
Tênis de quadra – Scatola
Vôlei de praia – Benetti / Huanderson
Vôlei de quadra – Castrillon / Huanderson
Atletismo – Faria / Maturana
Natação – Simões
Tiro – Muncke
Canastra – Provin
Truco – Becker
Sinuca – Barreto
Kart – Hubner / Jader
Jiu-jitsu – Cunha
Xadrez – Yuji
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, visitou a sede da PRF em Curitiba, na manhã desta segunda-feira (12), acompanhada dos deputados federais Diego Garcia e Aline Sleutjes.
Eles foram recepcionados pelo superintendente da PRF no Paraná, Ismael de Oliveira, pelo presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes, e por servidores do órgão. Na oportunidade, eles conheceram ainda o Espaço Histórico e Cultural da PRF, que funciona no andar térreo do edifício.
Fotos: PRF Paraná
Ao longo da semana, o conselho de representantes da FenaPRF esteve reunido em Brasília, para a continuidade da luta em defesa da aposentadoria policial. Diretores do SINPRF-PR esteve presente, ombreando aos demais dirigentes sindicais nos debates e definições de estratégias para a atuação do sistema sindical PRF, na fase de tramitação da reforma da previdência do Senado, e demais assuntos de interesse da categoria.
A abertura dos trabalhos, na terça-feira (06), retomou uma intensa revisão de toda a trajetória da luta da categoria nos últimos três anos, desde o início das discussões da reforma da previdência, com a então PEC 287, até a chegada ao texto atual, com todos os avanços e a diminuição de impactos prejudiciais à categoria, após o intenso trabalho do sistema sindical e mobilizações permanentes realizadas pelo efetivo.
O necessário estudo e compreensão do texto atual e alterações que impactam diretamente os PRFs, foi parte fundamental para embasar a argumentação técnica a ser desenvolvida junto aos senadores na próxima fase da luta.
Já na quarta-feira (07), com a visita do diretor-geral da PRF, inspetor Adriano Furtado, e do diretor executivo, inspetor Hott, o conselho de representantes se debruçou, não apenas na temática da reforma previdenciária, mas também em outros assuntos que afetam a categoria, como o IFR e a contratação de novos policiais.
O presidente do Sindicato, Sidnei Nunes, em fala aos diretores do DPRF, questionou recente normativa da 7ª SRPRF/PR, que estaria sendo adotada de igual forma em outros estados, acerca da diferenciação da aplicação do IFR, limitando aos servidores operacionais apenas a possibilidade de plantões de 6 horas, mas permitindo o plantão voluntário de 12 horas aos servidores com funções gratificadas, membros de grupos especiais, e das áreas de corregedoria e de inteligência.
O diretor-geral assegurou que a administração central irá verificar este e outros relatos trazidos durante a visita e reforçou que a administração e o sistema sindical devem trabalhar juntos para construir soluções e enfrentar os desafios que a categoria e a instituição enfrentam e ainda enfrentarão.
Na quinta-feira (08), o conselho recebeu a visita de alguns dos parlamentares apoiadores da segurança pública e que se destacaram em defesa da aposentadoria policial durante a tramitação da PEC 06 na Câmara. Os dirigentes também debateram os principais pontos a serem enfrentados pelo sistema sindical na fase de tramitação da PEC no Senado e as estratégias para buscar minimizar os impactos negativos das alterações nas regras previdenciárias.
“Não diminuiremos nenhum milésimo o esforço em defesa da categoria. O congresso retornou as atividades e viemos juntos, debatendo ideias e construindo soluções para defendermos a categoria. De hoje até o último dia de tramitação da PEC, lutaremos continuamente para que os nossos direitos não sejam massacrados, pois nós e nossas famílias sofrerão muito, mas a sociedade brasileira sofrerá ainda mais com o enfraquecimento da segurança pública”, destacou Nunes.
Foi com tamanha perplexidade que o SINPRF-PR teve conhecimento da decisão da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), que afirmou que atirar em policial durante uma perseguição não configura, necessariamente uma tentativa de homicídio.
O absurdo entendimento dos desembargadores confirmou uma decisão de 1ª instância, que impediu dois suspeitos de tentativa de homicídio de irem a júri popular, com a justificativa de que não há evidências de que os disparos realizados por eles durante a perseguição tenham sido com a intenção de atingir os policiais militares.
Lamentável decisão confirma mais uma vez a triste inversão de valores que desqualifica o trabalho dos agentes da segurança pública, criminalizando os policiais e permitindo que ações violentas de bandidos sejam amenizadas sem a devida punição. Infelizmente, a vida do policial, constantemente em risco na missão de garantir a segurança da sociedade, vale menos do que a do marginal que ameaça e assombra a população.
Decisões como esta, de autoridades judiciais das quais se espera o mínimo de razão e discernimento, reafirmam a alienação diante da realidade do Brasil, que necessita urgentemente de investimentos na área de segurança pública e da constante valorização profissional do segmento.
Essas autoridades precisam deixar as grandes “bolhas” em que vivem e ter conhecimento das barbáries às quais a população está exposta. A realidade fora dos gabinetes dos doutores juízes é bem mais dura e cruel do que imaginam.
O SINPRF-PR espera que esta decisão inaceitável seja revista, impedindo um triste retrocesso que atinge cada policial de bem, cada pai e mãe de família, que já está cansado diante de tanta desvalorização e desrespeito.
Uma reunião com o efetivo e PRFs aposentados foi realizada na sede da superintendência, na manhã desta segunda-feira (01), em Curitiba, para informar sobre os trabalhos em defesa da aposentadoria policial e os trâmites no Congresso Nacional com a apresentação de um Destaque na Comissão Especial da PEC 06/09.
O encontro foi promovido pelo Sindicato com o objetivo de informar a categoria e também buscar a participação de todos no trabalho de mobilização junto aos parlamentares que integram a Comissão Especial, pois o apoio deles é fundamental para garantir importantes avanços na luta pela garantia dos direitos previdenciários dos profissionais da segurança pública.
“Conquistamos com o PSD o Destaque nº 40, com a expectativa de ser apresentado à Comissão Especial ainda nesta semana. Nele, estão as principais demandas da categoria e, se aprovado na comissão, ele passa a integrar o relatório final e segue para o Plenário como parte desse relatório e não algo em separado, o que será uma importante vitória” explica o presidente do Sindicato, Sidnei Nunes.
Ele e os diretores Valdenei Bezerra e Raphael Casotti retornam à Brasília nesta segunda-feira (01) para acompanhar o andamento dos trabalhos e dar continuidade às visitas aos gabinetes dos deputados federais, reforçando o pedido de apoio para a aprovação do Destaque 40.
Leia também: Destaque 40: Entenda o trâmite na Comissão Especial
A nova Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Conselho Deliberativo da Associação dos Servidores da Polícia Rodoviária Federal foram empossados em assembleia realizada na sede do Sindicato, na sexta-feira (28). O PRF Waldir Camilo é o novo presidente e estará à frente da Associação na gestão 2019/2021.
“Parabenizamos o PRF Jorge Iberê Pruner pelo excelente trabalho que realizou no período que esteve na presidência da Associação e desejamos também sucesso ao PRF Camilo nesta nova fase”, declarou o presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes.
Confira os PRFs que integram a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da ASPRF-PR:
DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente: Waldir Camilo
Vice Presidente: Edson Forvile de Andrade
Diretor Administrativo: João Alfredo Pinto da Silva
Diretor Financeiro: Alcir Alexandre Bertinardi
Diretor Jurídico: Gilson Luiz Cortiano
Diretor Rel.Públicas: Ubaldino Fiorese
Diretor Esportivo: Ivo Tadeu Scatola
Diretor Cultural: Carlos Maurer Neto
Diretor Patrimônio: Miguel Romko Junior
CONSELHO FISCAL
Acir Claro dos Santos
Roberto Ferrer de Macedo
Claudino Delai
Mário Trevisan
José Carlos Fernandes
SUPLENTES:
Neri Carlos Brandalise
Atalício da Silva Antunes
José Forner
CONSELHO DELIBERATIVO
Eros Kaletka – Presidente Conselho
Manoel Mathias da Silva
Dario de Meira e Silva
Pedro Carstensen
Jorge Iberê Pruner
SUPLENTES:
Ênio Rossi
César Leocádio Quadros
Otto Wandratsch

O diretor jurídico, Fabiano Nicolete, representou o SINPRF-PR na solenidade de aniversário da Academia Nacional da Polícia Rodoviária Federal, realizada nesta quinta-feira (06), em Florianópolis (SC). O evento reuniu diversas autoridades nacionais e internacionais, com destaque para a ministra de Estado da Mulher da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves; o diretor geral da PRF, inspetor Adriano Marcos Furtado; e o coordenador da Academia, inspetor Pierre Carvalho.
A celebração dos cinco anos de instalação da Academia foi marcada por homenagens a pessoas que contribuíram para o sucesso dos trabalhos durante esse período, entre eles a ex-diretora geral da PRF, Maria Alice Nascimento; os deputados federais, António Carlos Nicoletti, Mauro Ribeiro Lopes, Hugo Leal Melo da Silva e Christiane Yared; o governador de Santa Catarina, Coronel BM Carlos Moisés da Silva, e ex-coordenadores de ensino da PRF.
CASO MOON – PRF DE LUTO
Hoje a PRF amanheceu de luto! Nesta quinta (30), após sete horas de julgamento, o PRF Ricardo Moon foi condenado a 23 anos e 4 meses de prisão, pela morte do empresário Adriano Corrêa do Nascimento, em Campo Grande (MS), em dezembro de 2016 e duas tentativas de homicídio.
Segundo o portal de notícias G1, de acordo com a sentença, o policial foi condenado a 14 anos pelo homicídio qualificado de Adriano, e 4 anos e 8 meses por cada tentativa de homicídio qualificado, de Aguinaldo Espinosa e Vinícius Cauã Ortiz, que estavam, respectivamente, no banco da frente e de trás da caminhonete.
O advogado de defesa afirmou que irá recorrer: “Vamos recorrer ao Tribunal e vamos ver o que vai ocorrer, né [..] não quero tratar da consciência dos jurados, respeito a decisão deles, porque os erros dos homens de bem você tem que respeitar, mas acho que é um atestado para que as pessoas bebam e saiam atropelando quem quiserem”, disse Renê Siufi.
O SINPRF-PR manifesta sua contrariedade à decisão do Júri e reafirma seu apoio ao PRF Moon, que agiu em legítima defesa para salvaguardar a sua vida e a de terceiros, que poderiam ser ceifadas por um condutor fora de controle, conforme laudos juntados ao processo de que estava sob o efeito de álcool e medicamentos controlados.
Abaixo, carta de autor desconhecido, que traduz o sentimento da classe policial brasileira diante desse injusto julgamento.
POLICIAIS SÃO CONDENADOS A 23 DE OMISSÃO DIANTE DO CRIME.
Trata-se da condenação do PRF Moon a uma pena de 23 anos de reclusão. Vamos aos fatos.
O PRF Moon acordou as 5 da manhã para mais um dia de trabalho e, no seu carro, seguia tranquilamente para o posto da PRF, uniformizado para seu plantão de 24 horas. No meio do caminho uma Hilux em alta velocidade muda de faixa e quase o atinge. Diante da infração flagrante e do iminente risco de uma tragédia, o PRF Moon, com seu instinto policial e dever de agir, segue o veículo enquanto liga para a PM pedindo uma viatura para interceptar o infrator antes de um acidente.
Instantes depois, Moon alcança o veículo e no intuito de pará-lo toma sua frente se identificando como PRF e ordenando a parada do mesmo e o desembarque do condutor para que o este aguardasse a PM, com quem falava ao telefone. Inicia-se uma discussão gravada pela central da PM e então, o condutor do veículo acelera diretamente na direção do policial no intuito de atropelá-lo e fugir. O PRF atira para se defender, enquanto está atropelado sob o capô da Hilux.
O condutor, devido a sua imprudência e atitude, infelizmente, morre. Exames comprovaram posteriormente uso de álcool e DROGAS ILÍCITAS por parte do condutor, que voltava com outras pessoas após uma noite em uma boate. Câmeras filmaram o veículo infrator em alta velocidade nas ruas da cidade, antes do encontro fatal com o PRF Herói. O condutor da Hilux tinha um processo por furto de energia e outro por agressão, inclusive com medida protetiva para não se aproximar da vítima. O policial era condecorado pela instituição.
Hoje, a promotora LÍVIA CARLA GUADANHIM BARIANI acusou, e a justiça do MS condenou o PRF a uma pena de 23 anos de reclusão. Uma fala curiosa da promotora no julgamento é a comparação das condecorações do PRF Moon com o caso da vereadora Marielle. Segundo ela, policiais condecorados executaram a vereadora, (insinuando criminosamente que o PRF Moon executou deliberadamente o empresário). Estaria o PRF Moon pagando pelo crime cometido contra a vereadora? Estaria o PRF Moon sendo vítima da ideologia perversa anti policial?? Outra fala curiosa da promotora Lívia foi a de que o policial “sofre de síndrome de autoridade”. Ué, mas policial não é autoridade?? Segundo ela, não, isso seria uma síndrome, uma doença. Não é só isso, segundo a mesma promotora: “policial que procura o perigo, não pode alegar legítima defesa” (essa asneira me lembra de uma outra jurista que falou que o policial “só podia reagir depois que tivesse sido atingido”. Alguém já viu morto reagir?)
A pena recebida pelo PRF é maior do que a da mulher que esquartejou o marido e empresário Matsunaga (16 anos); Maior do que a do goleiro Bruno que matou e jogou aos cães a mãe do seu filho (20 anos); Maior do que o casal Nardoni que matou cruelmente uma criança (18 anos) e maior do que muitos casos de homicidas de policiais brasil a fora.
Qual o recado da justiça para os policiais com essa condenação, se não o recado para se omitirem? O que você faria em uma situação dessas sendo policial? “deixa ir embora” “deixa pra lá, se matar uma família, matou”. Essa é a polícia que a sociedade quer??
Um caso similar a esse nos EUA teria um desfecho de homenagem e condecoração ao policial, por ter evitado uma tragédia no trânsito. Aqui temos uma condenação de todos os policiais à omissão eterna. A cada dia é maior o número de policiais amordaçados contra o crime e deixando a população vulnerável. Chegamos no fundo do poço. O PRF Moon recorrerá aos tribunais superiores, mas sem muita esperança na justiça.
Que o povo brasileiro faça seu julgamento e ajude sua polícia.
Autor: Policial amordaçado

Foto: Jaqueline Naujorks/G1 MS













