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Atualização: Ação conjunta – Atividade privada de PRFs

O SinPRF-PR, em conjunto com a FenaPRF, ingressou com uma ação coletiva para obter o reconhecimento do direito ao acúmulo de atividade privada com o cargo de policial rodoviário federal.

A ação foi protocolada e o processo recebeu o n. 1065575-54.2020.4.01.3400 no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

A Instrução Normativa nº 24/2020 do diretor geral da Polícia Rodoviária Federal revogou as Instruções Normativas nº 07/2008 e nº 06/2009. Os atos revogados disciplinavam, respectivamente, o exercício da atividade de magistério e de profissões da área de saúde por integrantes da carreira de policial rodoviário federal, como previsto na Lei nº 9.654/1998.

O SinPRF-PR e a FenaPRF esperam que o Judiciário seja sensível à causa e permita que os PRFs possam exercer outras atividades nos momentos de folga, conquistados com muito esforço e dedicação.

 

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SinPRF-PR em Dados: conheça o que filiados mais buscam e celebram em nossa atuação

O SinPRF-PR realizou, nos meses de setembro e outubro de 2020, um levantamento para definir novas estratégias de aprimorar os serviços aos PRFs sindicalizados e atualizar toda nossa base de cadastros. Ao todo, 667 filiados responderam à pesquisa. Quer conhecer o que pensam os demais PRFs sobre a atuação do Sindicato? Boa leitura!

Com os dados coletados pudemos conhecer melhor o perfil dos policiais filiados. Aqui, você confere alguns dados da pesquisa que mostram como o SinPRF-PR atua e transforma a experiência dos PRFs.

Conheça alguns dados sobre os PRFs filiados

Essa é a importância de ter uma entidade unida, forte e atuante.

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Confira como foi a reunião entre SinPRF-PR e Superintendência Regional

Em razão dos diversos questionamentos que chegaram ao SinPRF-PR nas últimas semanas, em especial relacionados ao emprego do IFR (Indenização da Flexibilização Voluntária do Repouso Remunerado), Reengenharia Operacional e condições de trabalho, ontem, 19, ocorreu uma reunião entre o sindicato, representado pelo presidente Sidnei Nunes e diretor Valdenei Bezerra, e o superintendente regional, Ismael de Oliveira, e equipe.

Durante a reunião, foi levado o problema e a grande insatisfação do efetivo com relação a forma como vem sendo empregado o IFR no estado, que caminha para uma provável judicialização, conforme definido em Assembleia na FenaPRF.

O superintendente se mostrou aberto ao diálogo e disposto a fazer os ajustes necessários para a equalização dos problemas.

Confira algumas perguntas do sindicato e respostas da Superintendência durante a reunião:

IFR

SinPRF-PR: O SinPRF-PR tem recebido, nos últimos meses, diversas reclamações relacionadas ao formato utilizado no emprego do IFR, principalmente no que se refere aos quesitos do Artigo 12 do R-005, em especial, a concentração das convocações em poucos PRFs. Considerando a necessidade de atendimento da normativa vigente e de todos os dados apresentados, bem como o respeito ao profissional PRF, quais medidas serão tomadas com relação às convocações com IFR no Paraná?

 Superintendência: O IFR é uma ferramenta para emprego em casos de excepcionalidade e, como foi mencionado, o Regulamento 005 é claro quanto aos critérios de aplicação, e este fato torna seu cumprimento a principal medida. Os critérios de distribuição, em casos em que o número de voluntários é maior que as vagas nas ações propostas, constam no artigo 12, assim como aqueles que justificam a excepcionalidade do critério técnico de qualificação (§ 2º) e os que limitam a repetitividade (§ 3º). Ou seja, não obstante exista a previsão do emprego de efetivo especializado, há o contraponto que equaliza sua aplicação para todo o efetivo. Essas e as demais diretrizes serão cumpridas pela SPRF-PR.

UOPs x UAPs

SinPRF-PR: Outro tema que tem sido causador de questionamentos e dúvidas por parte do efetivo e do SinPRF-PR, são as consequências do chamado Plano de Reengenharia Operacional, principalmente na transformação de Unidades Operacionais (UOP) em Unidades de Apoio (UAP). Considerando que o tema não foi objeto mais detalhado de explanação ao efetivo regional, bem como os objetivos pretendidos, haverá a transformação de novas UOPs em UAPs? Uma vez transformada a unidade em UAP, essa decisão será definitiva ou poderá ser objeto de reavaliação?

Superintendência: A Superintendência no Paraná possui hoje 31 UOPs e 7 UAPs, resultado da proposta de reconfiguração do uso de algumas estruturas físicas no estado, e não de ações de fechamento ou desativação. Como desdobramento do Novo Modelo de Policiamento, as modificações efetuadas em julho encontram-se em constante análise e, de acordo com os resultados alcançados e sob motivos estratégicos, poderão ocorrer readequações. Porém, não há previsão de modificação numérica da proposta apresentada, ou seja, a atual quantidade de UAPs não será aumentada.

De forma complementar, e acreditando no trabalho sinérgico das Instituições, a Superintendência empreende esforços na celebração de convênios com Órgãos Municipais, a fim de delegar a fiscalização de trânsito e o atendimento em trechos exclusivamente urbanos. Até o momento, cinco projetos compõem o portfólio de iniciativas.

Condições estruturais de unidades PRF

SinPRF-PR: Em inspeção e por meio de relatos de diversos servidores, verificamos que algumas unidades operacionais e de apoio estão em condições inadequadas para utilização em serviço e atendimento à população, necessitando de reformas, melhorias ou até construção de novas edificações. Quais medidas podemos esperar para melhorias das condições de trabalhos dos PRFs?

 Superintendência: Em função da evolução histórica da própria instituição, as estruturas físicas atualmente utilizadas datam dos mais diversos momentos. Ciente deste fato, a equipe de gestores da Superintendência estruturou, dentro de um portfólio, alguns projetos que contemplam a revitalização de estruturas ou novas obras de unidades que substituirão as existentes. Atualmente, estão em andamento as obras em Pato Branco e estão previstas, para os próximos meses, ações que resultarão na retomada das obras na área da Delegacia de Guaíra (Porto Camargo, Ayrton Senna e Quatro Pontes) e na construção do Complexo de Fronteira em Foz do Iguaçu – fruto de um acordo de cooperação técnica. 

Concomitantemente, empreendem-se esforços integrados na realocação e modernização da UOP Alexandra, bem como de outras estruturas das demais delegacias.

Equipamentos e uniformes

SinPRF-PR: Nesta última semana, os PRFs no Paraná têm enfrentado uma situação de conflito que demanda equipamentos especiais, como armamentos de menor potencial ofensivo e munição menos letal. O PRF em serviço na UOP quase sempre é o primeiro a chegar nas ocorrências com apoio de unidades próximas, porém, sem os recursos necessários para controle de saques de cargas, destruição de patrimônio público e de terceiros. Quais medidas estão sendo adotadas para dar condições de pronta resposta aos policiais em plantão? No que tange aos uniformes, existe alguma previsão de fornecimento de novas peças, como cinturão e blusas?

Superintendência: A Equipe de Gestão da Superintendência está ciente dos desafios enfrentados na execução das tarefas diárias, principalmente aqueles que cercam os colegas que são os primeiros a chegar no local da ocorrência. Parte dos materiais empregados no enfrentamento das situações em tela requer treinamento, além da gestão de aquisição. Nesta esteira, em 2020, a Superintendência realiza com êxito as atualizações de AMT (Armamento e Tiro), UDF (Uso Diferenciado da Força) e CALLAC (Curso Avançado de Levantamento de Local de Acidente). O propósito é manter e ampliar os projetos de capacitação, como a inclusão da habilitação em GL-MAX (espargidor de solução lacrimogênea grande), incorporando novas tecnologias porventura adquiridas e aperfeiçoando o uso dos materiais já disponíveis.

O processo de aquisição de materiais pode ser feito de algumas formas. Uma delas é o uso da chamada verba de aparelhamento em conjunto com as concessionárias de pedágio. Nesta modalidade, com o apoio da Equipe de Gestão no Paraná, da Direção Geral e dos Órgãos envolvidos na gestão orçamentária, foram adquiridas botas táticas, que estão sendo distribuídas para todo o efetivo. Como foi citado, há outros procedimentos de compra em andamento, como alguns equipamentos, cintos de guarnição e roupas de frio. Cada processo é analisado individualmente, o encerramento e as entregas dos objetos dependem da contribuição de todos os órgãos envolvidos.

O presidente do SinPRF-PR, Sidnei Nunes, agradeceu ao superintendente pelo pronto atendimento dos representantes dos PRFs no estado e solicitou uma especial atenção ao ponto do IFR, para que tenhamos, nos próximos dias, a solução para o problema. 

Franqueada a palavra, o superintendente Ismael de Oliveira complementou abordando o assunto do Plano Tático Regional, PTR:

 A PRF encontra-se em um momento ímpar em sua trajetória de evolução e modernização, e algumas ferramentas são necessárias para balizar esse processo e garantir que os objetivos sejam atingidos. Como um desdobramento do Plano Estratégico 2020-2028, o Plano Tático da SPRF/PR 2021-2022 (PTR) guiará as ações empreendidas e, por estar calcado em ferramentas reconhecidas, permitirá a estruturação de programas e projetos, a avaliação de resultados, a observação e correção de falhas, o subsidiar sólido das decisões que alcançarão diretamente os servidores, o alcançar da assertividade e eficiência na atuação operacional. Fundamentar o processo decisório em evidências e orientá-lo para resultados, fortalecer a comunicação, a transparência e a prestação de contas com foco na melhoria contínua dos serviços e entregas e promover a proteção, o desenvolvimento, a valorização e o reconhecimento dos nossos profissionais são alguns dos objetivos delineados.

 Desta forma, a Superintendência pretende, de modo transparente, com respeito, integridade, profissionalismo e excelência, promover a prosperidade da Nação, garantir a segurança pública e a mobilidade no Brasil, e com excelência na Pronta Resposta Federal, ser referência em inovação, conhecimento e efetividade em segurança pública.

 Para isso, o nosso PTR foi estruturado com uma composição de programas temáticos tais como: reengenharia operacional, fronteira segura, estruturação de comando e controle, integridade institucional, governança tática, investimento em gestão de pessoas, adequações nas nossas instalações prediais (UOPs), estruturação de projeto específico para área de fronteira e mais de 15 pactos/convênios com municípios estratégicos para atuação em comum nos perímetros urbanos das rodovias federais no estado do Paraná.

 Para amplo conhecimento, o PTR será divulgado nas redes de Comunicação Interna da PRF, como também será disponibilizado para o Sistema Sindical.

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Processos referentes ao pagamento de IFRs – 2018

Em consulta à Seção de Gestão de Pessoas, SGP-PR, o SinPRF-PR recebeu a informação de que foi realizada uma força tarefa para que todas as pendências existentes nos processos referentes ao pagamento dos IFRs de 2018 (Indenização da Flexibilização do Repouso remunerado), que ainda estavam pendentes por diversos fatores, já foram objeto de reconhecimento de dívida e seguiram para a DGP em Brasília, para avaliação e demais trâmites.

Esperamos em breve ter a devolutiva já com as datas de pagamento.

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SinPRF-PR e FenaPRF ingressam com ação para garantir atividade privada aos PRFs

O SinPRF-PR, em conjunto com a FenaPRF, irá ingressar com ação coletiva para obter o reconhecimento do direito à acumulação de atividade privada com o cargo de Policial Rodoviário Federal.

Atualmente, é vedado ao PRF exercer qualquer tipo de atividade privada, incluindo magistério e profissões ligadas à saúde.

De forma subsidiária, a ação busca a garantia do art. 23 da Lei 4787/65, que afirma que o policial fará jus à gratificação de função policial quando ficar, compulsoriamente, incompatibilizado para o desempenho de qualquer outra atividade, pública ou privada, e em razão dos riscos a que está sujeito.

Ressalta-se que o exercício de atividade privada ocorre em órgãos como o Ministério Público e Judiciário, em relação ao magistério, por exemplo.

O exercício de atividade privada é visto como positivo, já que o nome da instituição acaba fortalecido na sociedade, considerando o alto nível dos policiais que se propõem a desempenhar essas atividades com o mesmo nível de profissionalismo que exercem na PRF.

O SinPRF-PR e a FenaPRF esperam que o Judiciário seja sensível à causa e permita que os PRFs possam exercer outras funções nos momentos de folga.

Créditos da imagem: divulgação UNIPRF.

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Segunda onda de Covid-19 e afastamento preventivo de PRFs

Neste momento, estamos enfrentando um aumento considerável no número de casos de Covid-19 no Paraná e Brasil como um todo. Por isso, nunca é demais redobrar os cuidados para nos preservarmos e cuidar dos nossos entes queridos. O uso constante da máscara, higiene das mãos, viatura e posto, são fundamentais, assim como, ao chegar em casa após o plantão, retirar o uniforme antes de ter contato com a área íntima da residência.

Caso você tenha contato com alguém contaminado pela doença, ou acabe se contaminando, avise imediatamente suas chefias para que possam ser tomadas providências no sentido de preservação dos demais colegas. 

Neste ponto, o SinPRF-PR relembra uma recente conquista com relação ao afastamento preventivo determinado por autoridade sanitária, sendo nesses casos, vedado o desconto do período de afastamento no banco de horas do servidor.

Histórico

A lei 13.979/20 prevê o isolamento preventivo e imediato dos servidores que estiveram em contato direto e constante com alguma pessoa testada positivo para o coronavírus, e que esse afastamento deve ser considerado como falta justificada. Todavia, esse não era o procedimento que vinha sendo adotado pela PRF, que determinava a utilização do banco de horas durante o afastamento e a necessidade de apresentar atestado médico de alta (mesmo com resultado negativo), caracterizando uma penalidade a mais ao servidor afastado preventivamente, contrariando previsão legal e acarretando prejuízo aos servidores.

Na data de 22/10, foi assinado o Despacho nº 1578/2020/DLP em resposta ao ofício do SinPRF-PR e ao questionamento da SPRF-PR sobre a necessidade de compensação de horas de ausências justificadas, bem como sobre a liberação de apresentação de relatório médico no retorno de afastamento para fins de convocação de IFR.

O Despacho concluiu pelo reconhecimento de que o servidor afastado, por prescrição médica ou por recomendação do agente de vigilância epidemiológica, terá sua falta justificada, sem necessidade de compensação de horas.

Quanto à necessidade de apresentação do atestado médico para o IFR, também se chegou à conclusão de que, em razão da pandemia da Covid-19, essas restrições não se aplicam ao servidor afastado preventivamente em razão de suspeita de contágio.

O SinPRF-PR segue atento às demandas de nossos sindicalizados, e na impossibilidade de resolução na esfera administrativa, partiremos para a esfera judicial, sempre com o objetivo de garantir a maior amplitude dos direitos de nossos sindicalizados e que todos sejam tratados de maneira isonômica. Aproveitamos para enaltecer e parabenizar a Administração da PRF pela decisão coerente e justa.

 

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Confira os PRFs eleitos no Paraná e no Brasil

As eleições estaduais de 2020 tiveram a maior participação de PRFs na história: contando com o candidato ao Senado no estado do Mato Grosso em eleições suplementares, José Medeiros, 108 representantes da categoria estavam presentes nas urnas, entre ativos e aposentados.

Neste ano, a FenaPRF reforçou a campanha de incentivo à categoria para a participação no pleito eleitoral. O projeto Patrulha da Lei, lançado em 2018, visa incentivar as boas práticas na política e levar o comprometimento de colegas PRFs para a representação no meio político. O SinPRF-PR também fez sua parte, divulgando candidatos do Paraná por meio do informativo semanal para filiados.

O engajamento da categoria pôde ser sentido no término das apurações: no total, 26 candidatos PRFs foram eleitos. Em 2016, foram 23 PRFs, entre vereadores, prefeitos e vice-prefeitos.

O destaque dessas eleições fica com Alagoas, com o candidato a vice-prefeito de Maceió, Tácio Melo. O PRF e seu cabeça de chapa estão no segundo turno, tendo terminado as votações do último domingo (15/11) em primeiro lugar, com 105.188, total de 28,87% dos eleitores do município.

A soma total de votos também impressiona: até agora, considerando que a eleição em Macapá/AP foi adiada, os PRFs obtiveram 450.946 votos pelo país. Nesta soma, entram os candidatos a vereadores, prefeitos, vice-prefeitos e ao Senado Federal. Toda a apuração foi acompanhada em tempo real pela FenaPRF. A expectativa é que mais policiais rodoviários federais se coloquem à disposição para representar a categoria e a segurança pública nas próximas eleições. 

Para o presidente da FenaPRF, Dovercino Neto, esta representação é fundamental: “São policiais que, quando eleitos, passam a ter um peso dentro dos partidos, das Câmara Municipais, assembleias legislativas estaduais e até aqui em Brasília. Nos ajuda muito quando temos alguns projetos para o fortalecimento da categoria ou da instituição Polícia Rodoviária Federal. E o principal: a confiabilidade da sociedade brasileira, que reconhece em cada PRF um exemplo de ética e de eficiência, e começa a retribuir estes valores com a escolha de colegas PRFs para ocuparem espaço na política, representando a esperança de melhores práticas na política.”, afirmou.

Até o momento, 20 PRFs foram eleitos vereadores, 4 vice-prefeitos e 2 prefeitos.

Confira os candidatos a vereador eleitos no Paraná

  • PRF Torquato – Assaí
  • PRF Santão – Londrina
  • PRF R. Leandro – Ubiratã
  • PRF Salgueiro – Catanduvas

 

O sistema sindical parabeniza cada colega PRF que se colocou à disposição da categoria e da sociedade, buscando o debate político com ética, seriedade e visando o melhor para seus municípios e a população em geral.

 

Com informações da FenaPRF.

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SEOP se reúne com efetivo

Nesta semana, o Serviço de Operações (SEOP) da Superintendência da PRF no Paraná realizou uma série de reuniões virtuais com os servidores das delegacia no estado.

A reunião, conduzida pelo PRF Anthony Nascimento e equipe, foi acompanhada pelo SinPRF-PR. Na pauta, pontos como a Reorganização Operacional, circunscrição, convênios de fiscalização para prefeituras e IFR (Indenização da Flexibilização voluntária do Repouso remunerado).

O encontro tratou de evoluções como a gestão mais ampla das equipes de trabalho nos dias de plantão, visando uma melhor distribuição da carga de serviço diário, desvinculado de barreiras de circunscrição, bem como de convênios para compartilhar a fiscalização e atendimento de acidentes em áreas exclusivamente urbanas. Houve também o debate de assuntos polêmicos, como a transformação de UOPs (Unidades Operacionais) em UAPs (Unidades de Apoio) e a expansão de equipes especializadas diante do escasso efetivo disponível.

Acreditamos que a sequência de reuniões foi um passo para levar ao efetivo as mudanças pretendidas e seus objetivos, contudo, de forma totalmente extemporânea, pois, trouxe projetos prontos e com pouca, ou nenhuma, margem para sugestões ou participação da categoria.

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Nota do Efetivo – Novo Policiamento

O SinPRF-PR vem, por meio desta nota, manifestar a preocupação e discordância com a postura adotada pela Administração da PRF em recentes reuniões virtuais com o efetivo das delegacias do Paraná.

Nas referidas reuniões, tem se tocado, dentro da temática da Reorganização das Unidades Operacionais, na necessidade de desativação e transformação de Unidades Operacionais (UOPs) em Unidades de Apoio (UAPs). Contudo, as experiências recentes têm demonstrado que esse efetivo das unidades que foram transformadas em UAPs não refletiram em maior apoio para equipes da escala ordinária das UOPs ativas, mas sim que esse efetivo foi pulverizado, seja em convocações, seja em equipes diversas.

O SinPRF-PR reconhece a importância das equipes especializadas para o atendimento das demandas da PRF e da sociedade, mas reforça que é fundamental que o gestor possua o bom senso de compreender o limite logístico e, principalmente, de pessoal. As ações devem levar em consideração o quesito humano, sem onerar ainda mais o já diminuto efetivo. 

Entendemos ainda que há um completo desvirtuamento do uso da ferramenta da Indenização da Flexibilização Voluntária do Repouso Remunerado (IFR). Está em claro desacordo com o previsto na legislação e com o Regulamento R-005/PRF. A gigante desproporção demonstra a inequívoca pessoalidade na aplicação do recurso, quando a legislação exige a impessoalidade.

O visível direcionamento, que se tornou uma prática constante no estado, afronta os § 2º e 3º do Artigo 12 do R-005/PRF. Todos os PRFs possuem condições de participar de ações de combate ao crime, pois fazem isso diariamente nas escalas ordinárias. Apenas é justificável o direcionamento em situações excepcionalíssimas, como o exemplo de cumprimento de mandados ou operações nas quais, sem capacitação específica, não seria possível realizar a atividade.

Nenhum planejamento operacional será útil se não houver a aproximação de quem planejou com os responsáveis pela execução. A necessidade de se ter um conhecimento mais íntimo e local com a atividade-fim, e com aquele que está na escala de serviço, é fundamental para o alcance das metas e o consequente sucesso do que foi planejado.

Nunca é tarde para relembrar que nossa carreira é única. O excesso de centralização e o autoritarismo jamais fizeram parte da nossa instituição. Acreditamos que, com mais diálogo e menos definições centralizadoras e inflexíveis, seremos capazes de construir soluções que, ao mesmo tempo, ofereçam maior efetividade à sociedade e valorizem quem de fato constrói a história da PRF: O POLICIAL!

 

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Atualização sobre auxílio transporte

Informamos que teve andamento o processo que pede que a União Federal cumpra o acórdão proferido no agravo de instrumento nº 5010689- 05.2019.4.04.0000/PR, estendendo a decisão do auxílio transporte para os nossos sindicalizados que estão lotados fora do Paraná, conforme o qual assim foi ementado:

Ementa: PROCESSO CIVIL. DECISÃO PROFERIDA EM AÇÃO COLETIVA POR SINDICATO. ALCANCE. A decisão judicial proferida em ação coletiva, ajuizada por Sindicato de classe que reconhece a existência de direitos individuais homogêneos alcança todos os substituídos qualificáveis como integrantes da categoria substituída, independentemente: a) de os substituídos residirem, ou não, na área de abrangência da entidade sindical (…).

Novamente, a manifestação da DICJU/PRF não foi favorável aos PRFs lotados em outras regionais. Conforme entendimento do judiciário, o acórdão abrange todos os nossos sindicalizados, mesmo estando lotados em outras regionais. A PRF insiste em informar que cumpriu a decisão. Todavia, não foi atendida e a nossa assessoria vai pedir medidas mais enérgicas para que a decisão seja cumprida na sua integralidade, abrangendo os nossos sindicalizados lotados em outras regionais, inclusive com reiteração do pedido de multa diária.

O SinPRF-PR está acompanhando todos os procedimentos inerentes ao cumprimento das decisões que reconhecem o direito de nossos sindicalizados de receberem o auxílio transporte para que todos sejam abrangidos pelas decisões de forma igualitária.