Na manhã desta quarta-feira (03), dirigentes do SINPRF-PR se reuniram com o superintendente da PRF no paraná, Ismael Oliveira, para um diálogo aberto sobre a atuação da PRF no enfrentamento da crise do novo coronavírus e o impacto para o efetivo paranaense.
O superintendente traçou um panorama dos procedimentos e medidas que vem sendo adotadas pela gestão regional, em consonância com as diretrizes nacionais da PRF, sobretudo daquelas destinadas a proteger a saúde dos servidores e seus familiares.
No enfrentamento à criminalidade no estado, Oliveira destacou o empenho dos PRFs que continuam entregando grandes resultados para a sociedade paranaense e brasileira, com a renovação de recordes de apreensão por todo o estado.
O presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes, levou ao conhecimento do superintendente demandas repassadas pelos policiais nas delegacias do estado e destacou a importância da manutenção do diálogo com a administração, em prol de manter a atenção ao servidor, matéria prima primordial para o crescimento da instituição.
Na reunião, que contou ainda com a participação do PRF F. Costa, da SEOP e do vice-presidente do SINPRF-PR, Paulo Mileski e dos diretores Valdenei Bezerra e Raphael Casotti, o superintendente tomou conhecimento do afastamento temporário do presidente Nunes, a partir daquela data, licenciado para o atendimento à legislação eleitoral.
Mileski, que assumirá o comando administrativo do SINPRF-PR pelos próximos 4 meses, ressaltou que seguirá a linha de trabalho adotada por toda a equipe do Sindicato, com diálogo, administração e sempre buscando a valorização e a proteção dos policiais no Paraná.
Na tarde desta quarta-feira (03), a diretoria do SINPRF-PR se reuniu para tratar de diversos temas sobre a representação da categoria no Estado. Na ocasião, o presidente da entidade, Sidnei Nunes, formalizou o seu pedido de afastamento temporário para atendimento a dispositivo da lei eleitoral.
Durante o afastamento de Nunes, o SINPRF-PR seguirá suas atividades sob a liderança vice-presidente, Paulo Mileski, que destacou a importância de todos os representantes da categoria no Estado manterem a atuação firme e proativa em defesa da valorização e da proteção dos PRFs paranaenses.
O SINPRF-PR, em parceria com a FenaPRF iniciou a divulgação de uma campanha que reforça a imagem positiva e valoriza a atuação dos PRFs, sobretudo nesses tempos difíceis de pandemia.
Os PRFs, como os demais profissionais de segurança pública, não podem parar o seu trabalho e precisam atuar na linha de frente, junto aos profissionais de saúde, caminhoneiros, limpeza urbana, entre outros que são essenciais.
Se a exposição é maior, por um lado, a sociedade pode ter mais segurança para manter as medidas de isolamento social até que toda essa crise passe.
Quem puder, faça a sua parte, fique em casa! Não saia a menos que seja estritamente necessário. Essa luta é de todos nós!
EDITAL DE CONVOCAÇÃO 002/2020/SINPRF-PR
O PRESIDENTE do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe conferem os Artigos 31 § 2º, 32 § Único e 53 § 6º, do Estatuto desta Entidade, convoca:
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
A ser realizada no dia 27 (vinte e sete) de maio de 2020, às 9:00 horas em primeira chamada, com a maioria absoluta dos filiados, e às 9:30 horas, em segunda e última chamada com qualquer quórum, na sede do SINPRF-PR, situado à Rua Del. Leopoldo Belczak, 491 – Capão da Imbuia, em Curitiba – PR, para deliberar sobre a seguinte pauta:
– Prestação de Contas – Ano 2019;
– Proposta Orçamentária – Ano 2020;
– Assuntos Gerais (não delibera).
Sidnei Nunes de Souza
Presidente SINPRF-PR
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais está atuando de forma firme na luta contra o exibicionismo de crimes de trânsito em redes sociais.
Nos últimos tempos, tem proliferado em redes sociais a postagem de condutas criminosas no trânsito, como rachas e exibições de velocidades muito acima da permitida nas vias, por perfis diversos, com o simples objetivo de ganhar seguidores e transformar as “curtidas” em remuneração.
A FenaPRF está notificando as plataformas, a exemplo do Google (que administra o Youtube) para a retirada do ar de vídeos e canais que promovam a apologia dessas condutas criminosas. Um dos canais que mais exibe vídeos de celebração dos crimes de trânsito, por exemplo, já até recebeu homenagem do Youtube pelo número de inscritos, numa clara inversão de valores sociais, que muito além da simples liberdade de expressão, coloca em risco de vida, além do próprio autor dos vídeos, os usuários das rodovias onde estes são gravados.
A FenaPRF apoia o Projeto de Lei 130/2020, de autoria da Deputada Federal Christiane Yared (PL/PR), que criminaliza a conduta de exibição em redes sociais e outros meios digitais, eletrônicos ou impressos, dos crimes de trânsito e infrações de circulação de natureza gravíssima. Além disto o sistema sindical dos PRFs está promovendo, em redes sociais, a campanha “Não Dê Like, Denuncie.”.
Para Deolindo Carniel, “a tecnologia tem que ser usada para a conscientização do trânsito seguro, e não como exemplo da prática de crimes de trânsito. Estamos trabalhando para que as pessoas que usam esse tipo de vídeo para incentivar os crimes de trânsito sejam punidas, e não recompensadas.” O presidente da FenaPRF destacou o empenho da entidade e as atitudes para esse enfrentamento: “Estamos atuando na conscientização em redes sociais, e levaremos essa batalha para o Poder Judiciário, se necessário, pois a valorização da vida deve estar acima dos likes em redes sociais”, finalizou.
Fonte: FenaPRF.
Os Policiais Rodoviários Federais seguem atuando no enfrentamento à criminalidade e na linha de frente de combate à pandemia do novo Coronavírus. A exposição é maior, mas a motivação é a defesa da população brasileira. A todos os Policiais que seguem enfrentando os desafios desse tempo crítico, a sociedade brasileira agradece!

As entidades representativas de Policiais Federais e Policiais Rodoviários Federais tornam público o desrespeito e a falta de ética que vem sendo a marca do tratamento oferecido aos servidores federais de segurança pública pelo governo federal.
Em meio à maior crise de saúde vivenciada pela humanidade nas últimas décadas, a população brasileira se vê mergulhada na luta pela vida contra a pandemia da COVID-19. Na linha de frente desta guerra, servidores de saúde e de segurança pública da União, Estados e Municípios, têm dado repetidos exemplos de abnegação e desprendimento, com o risco e o sacrifício da própria vida no enfrentamento da doença.
O novo coronavírus não descansa e tampouco a criminalidade, a corrupção, o tráfico de drogas e a violência estão em quarentena, à espera dessa crise passar. Ao contrário, é neste momento, quando os olhos da população estão voltados para o número crescente de vítimas dessa pandemia, que a criminalidade aumenta seus esforços para, inclusive, se aproveitar e expandir suas redes.
Na noite deste sábado (2), o Senado da República finalizou a votação do plano emergencial de socorro financeiro a Estados e Municípios. Tal matéria já havia sido objeto de análise da Câmara dos Deputados, mas, em uma manobra articulada pela equipe econômica do Governo, um novo texto foi construído e relegou à vala comum os servidores públicos federais das áreas de Saúde e de Segurança Pública.
A despeito das diversas manifestações pluripartidárias de Senadores pela necessidade de proteção do Estado Brasileiro para com os profissionais que atuam na linha de frente durante a pandemia, o texto aprovado e publicado, seja por uma ardil articulação da equipe econômica do Governo, seja por uma inaceitável falha técnica, sacrificou todos os servidores federais da saúde e da segurança pública, com o congelamento de salários, promoções e progressões funcionais, ressalvando apenas os profissionais de saúde e segurança pública dos Estados, Distrito Federal e Municípios, além das Forças Armadas, numa discriminação injustificável.
Em um momento crítico, em que o empenho, a união e a luta de toda a humanidade contra um inimigo comum se fazem necessários, e quando as lideranças de médicos, enfermeiros e policiais surgem como um farol na escuridão, o Governo brasileiro, através de sua equipe econômica, arrisca abandonar seus agentes públicos à própria sorte, dando-lhes um tratamento indevido, injusto e absolutamente imerecido.
A Câmara dos Deputados tem o importante papel de trazer luz e correção a essa triste distorção e os servidores federais de saúde e segurança pública, e toda a sociedade brasileira contam com o empenho dos representantes do povo no Congresso Nacional.
ADPF – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal APCF – Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais Fenapef – Federação Nacional dos Policiais Federais FenaPRF – Federação Nacional dos Policiais Rodoviários FederaisA segunda fase da vacinação contra a gripe, que terá início na quinta-feira (16), inclui os policiais rodoviários federais e demais profissionais da segurança pública. A vacina é trivalente e protege contra a Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2). Também serão vacinados doentes crônicos, caminhoneiros e professores da rede pública e privada.
Você PRF, que está na linha de frente nesta fase desafiadora de pandemia, não deixe de se vacinar contra a gripe!
Embora não tenha eficácia contra o coronavírus, a vacinação auxilia na exclusão do diagnóstico para o Covid-19 (que tem sintomas muito parecidos) e reduz a procura por serviços de saúde.
Fonte: Agência PRF
De janeiro a março, PRF apreendeu 10,6 toneladas de drogas no estado; total de cigarros contrabandeados mais que dobrou.
As apreensões de drogas realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) triplicaram no primeiro trimestre de 2020 no Paraná, se comparadas com o mesmo período de 2019. Entre janeiro e março, os agentes da PRF apreenderam no estado 10,6 toneladas de maconha, cocaína e crack –os três tipos de entorpecentes mais apreendidos pelo órgão. No primeiro trimestre de 2019, a PRF havia contabilizado 3,5 toneladas.
Do total de 10,6 toneladas apreendidas nesses primeiros três meses de 2020, 10.032 quilos foram de maconha. Outros 493 quilos, de cocaína. E 75,9 quilos, de crack. Já as apreensões de cigarro feitas pela PRF no Paraná mais do que dobraram no período. Passaram de 5,9 milhões de carteiras de cigarro apreendidas, no trimestre inicial de 2019, para 15,9 milhões.
Ao longo do primeiro trimestre deste ano, 129 pessoas foram presas pela PRF por narcotráfico no estado. E outras 167, por contrabando ou descaminho. No total, as equipes da PRF prenderam 1.001 pessoas no período em rodovias do Paraná, por diferentes crimes. A Polícia Rodoviária Federal recuperou ainda 162 carros roubados e apreendeu outros 124 com seus sinais identificadores adulterados.
Apreensões da PRF no Paraná:
(1º trimestre de 2020)
– 10 toneladas de maconha;
– 493,5 quilos de cocaína;
– 75,9 quilos de crack;
(Total de drogas: 10,6 toneladas)
– 15,6 milhões de carteiras de cigarro.
(1º trimestre de 2019)
– 3,3 toneladas de maconha;
– 127,5 quilos de cocaína;
– 149,4 quilos de crack;
(Total de drogas: 3,5 toneladas)
– 5,9 milhões de carteiras de cigarro.