Aviso Unimed
Mais uma vez, realizamos essa importante ação em todo o estado, imunizando centenas de pessoas da família PRF. A saúde dos nossos sindicalizados e seus familiares é uma das nossas principais preocupações, e por isso nos empenhamos em promover essa campanha anualmente.
Agradecemos a todos que participaram e colaboraram para o êxito da campanha. Sabemos da importância da imunização contra a gripe, especialmente para os PRFs, que têm contato diuturno com o público. A vacinação é uma forma eficaz de prevenção e cuidado com a saúde.
No próximo ano, teremos uma nova edição da campanha. Continuaremos dedicados a oferecer essa oportunidade de proteção aos nossos sindicalizados, reforçando nosso compromisso com a saúde e bem-estar da família PRF.
Fiquem atentos aos nossos canais de comunicação para mais informações sobre a próxima campanha.
Juntos, cuidamos da saúde e fortalecemos nossa categoria.
Existem situações que você percebe que já tentou de tudo, mas o resultado desejado não acontece? O que pode estar por trás desse impedimento? Muitas vezes, o que te impede de avançar são os entraves emocionais.
Crenças limitantes ou entraves emocionais são crenças que nos impedem de evoluir em algum aspecto da nossa vida pessoal e profissional. No decorrer de nossas vidas recebemos milhares de sugestões, estímulos e experiências, tanto de pessoas quanto de situações que estão constantemente ao nosso redor, que aos poucos vão moldando a forma como nós somos.
Crenças limitantes mais comuns
Hereditárias: São as crenças que desenvolvemos a partir da convivência com nossos pais e o ambiente familiar onde fomos criados. Geralmente são ocasionadas através do que ouvimos, por exemplo: “Você não presta para nada”, “seu irmão é mais inteligente que você”, “homem é tudo igual”, “o dinheiro é sujo”, e várias outras falas que vão ficando marcadas em nosso subconsciente. Discussões entre os pais e violência física também são alguns exemplos de situações que modelam a nossa visão de mundo e comportamento.
Sociais: Esse tipo de crença é adquirido por meio das sugestões que recebemos do mundo externo, não mais dentro de casa. Essas informações e experiências chegam até nós por meio das mídias, jornais, propagandas, amigos e pelo nosso círculo de trabalho e estudo.
Pessoais: São as crenças que nós mesmos criamos com base nas experiências que vivenciamos ao longo da vida e da forma como reagimos a elas. Esse tipo de crença tem influências hereditárias e sociais, mas é adaptado de acordo com a nossa personalidade e temperamento.
A ressignificação dessas crenças nos ajuda a olhar para esses momentos e encontrar saídas. É um processo que nos faz refletir, ressignificando as questões do passado e permitindo transformar metas em realizações. Procure ajuda de um profissional!
Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel
CRP 08/15815
Credenciada PRF
WhatsApp (41) 99641-9946
Especialista em Saúde Mental
Especialista em Terapia Familiar
Especialista em Saúde da Família
Practitioner em PNL
O SinPRF-PR informa que ingressará com a ação judicial para os filiados que desejarem a cessação dos descontos a título de custeio do auxílio pré-escolar na folha de pagamento.
Entendemos que é inexigível o pagamento do custeio do auxílio pré-escolar por parte do servidor público, por transbordar o Decreto n.º 977/94 da sua função regulamentar, tornando indevida a retenção do referido valor por não encontrar amparo no art. 54, incido IV, da Lei 8.069/90 (ECA).
Para a propositura, os interessados deverão apresentar os seguintes documentos através do e-mail juridico@sinprfpr.org.br ou fisicamente na sede do sindicato localizado à R. Delegado Leopoldo Belczak, 491 – Capão da Imbuia, Curitiba – PR, 82800-220:
1) Cópia do documento de identidade ou outro documento com foto;
2) Contracheque atualizado;
3) Comprovante de residência.
Pedimos, respeitosamente, que os colegas verifiquem o contracheque, pois identificamos vários casos de servidores que questionam o débito, mas possuem também o crédito no mesmo valor, inexistindo prejuízo, uma vez que tal tema já foi alvo de discussão judicial por este Sindicato junto à União, com acordo firmado beneficiando todos os PRFs sindicalizados até 14/03/2018.
Para dúvidas, favor entrar em contato pelo telefone/Whats (41) 3266-5535.
Assista ao vídeo
A maternidade é uma questão sobre a qual todas as mulheres, em algum momento de suas vidas, irão refletir. Tanto as que desejam ser mães como aquelas que não desejam, sofrem algum tipo de cobrança social acerca da maternidade. Por motivos diversos (culturais, sociais e históricos), ser mãe se tornou algo compulsório, de modo que muitas mulheres se sentem culpadas por não desejarem um filho ou por, mesmo desejando, terem dúvidas e medos com relação a serem mães.
A mulher passa por um processo de culpabilização por parte da sociedade e por si mesma, o qual entende que a mulher deve ser boa em tudo, sem abrir mão de nada, o que faz com que desenvolva sentimentos ambíguos com relação à maternidade e se sinta duplamente culpada: quando não deixa o emprego e os afazeres para se dedicar exclusivamente ao filho, ou quando abandona sua carreira e seus projetos profissionais para ficar com a criança.
Ainda no que tange à maternidade, o vínculo desenvolvido com a mãe é um fator determinante para o desenvolvimento emocional e cognitivo saudável de todos os seres humanos. Por ser o primeiro vínculo estabelecido pela criança, é ele que serve de base e, muitas vezes, que acaba determinando a maneira como vamos lidar com as pessoas em todas as áreas: no trabalho, no amor e nas amizades. A maneira como estabelecemos essa relação influencia diretamente a pessoa que seremos na vida adulta.
Tenho ciência que não são todas as pessoas que têm boas memórias ou possuem um bom relacionamento com a mãe. Isso pode ser devido a situações e traumas de infância, vínculos interrompidos, violência sofrida, entre outros. Mas independente do que tenha acontecido, do que ela tenha feito, se não fosse por ela, você não estaria aqui.
Seja lá qual foi ou como está sua relação com sua mãe, se houver algum sofrimento e/ou algo difícil de lidar, busque ajuda de um psicólogo! Não se trata de modificar o que já foi, o que passou, mas com a ajuda de um profissional é possível ressignificar dores, emoções e entendimentos sobre uma situação para que o vínculo seja fortalecido e/ou reconstruído. Sempre é tempo e isso independe da presença física de sua mãe.
Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel
CRP 08/15815
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Especialista em Saúde Mental
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Confira o vídeo de apresentação sobre o tema desta semana
Dia 18 de Maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil no Brasil. Você sabia que a cada hora 3 crianças são abusadas no Brasil? Cerca de 51% têm entre 1 a 5 anos de idade. Anualmente, 500 mil crianças e adolescentes são explorados sexualmente no nosso país e há dados que sugerem que somente 7,5% dos dados cheguem a ser denunciados às autoridades, ou seja, estes números na verdade são muito maiores.
O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), informa que criança é a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aqueles entre doze e dezoito anos de idade. O ECA ainda prevê o crime de violência sexual presumida quando a vítima tem até 14 de idade (isto é, qualquer ato libidinoso e importunação sexual é estupro de vulnerável), e a pena é grave: 8 a 15 anos de reclusão. Quando o agressor é parente a penalidade será duplicada (16 a 30 anos de reclusão). Para os adolescentes de 14 e 18 anos, contudo, a pena é espectral de acordo com a gravidade do crime.
Mediante alguma situação de desconforto, seja de violência ou outros sofrimentos, a criança e o adolescente apresentam algumas mudanças de comportamentos que devem ser observados e que merecem atenção. São eles:
• Mudança de comportamento: medo de ficar sozinho, medo do escuro ou lugares fechados, medo de determinada pessoa, pesadelos, alterações no apetite, queda no rendimento escolar;
• Comportamento hiperssexualizado;
• Regressão a comportamentos infantis: choro excessivo aparentemente sem motivo, fala infantilizada, dependência para executar tarefas simples (como tomar banho sozinho), xixi na cama;
• Isolamento, tristeza, tensão, ansiedade;
• Agressividade, normalmente direcionada a irmãos e/ou familiares que não o agressor;
• Aversão ao contato físico;
• Automutilação, tentativas de suicídio.
Conheça o Semáforo do Toque! A brincadeira ensina de forma lúdica os limites do corpo e pode ajudar a combater assédio

Precisamos estar atentos aos comportamentos das crianças e principalmente das pessoas que são delegadas para cuidar dos infantes durante a nossa ausência. Diante suspeita ou evidências, acione o Conselho Tutelar, Disque 100 e busque ajuda de um profissional especializado. Não se cale. Essa causa é de todos!
Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel
CRP 08/15815
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Especialista em Saúde Mental
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Eu gostaria de ter o plano odontológico, o quê devo fazer?
Para poder aderir ao plano odontológico da Dental Uni em convênio com o SinPRF-PR, você deve entrar em contato com a Corplife, administradora de benefícios, pelo telefone 0800-603-0204 ou pelo WhatsApp no mesmo número. É necessário informar que é filiado ao SinPRF-PR. Após o preenchimento da documentação, a Corplife irá nos solicitar a declaração de filiação e efetivar o plano. Importante ressaltar que o valor do plano muda conforme a forma de pagamento.
Valores
Cartão de Crédito – R$ 19,43
Boleto Bancário – R$ 25,35
Eu já tenho a Dental Uni, como faço para conseguir migrar para o plano novo com maior cobertura e valor mais baixo?
Quem já possui o plano odontológico Dental Uni deve entrar em contato diretamente com a Dental Uni ou com o SinPRF-PR e fazer o cancelamento do plano atual e após fazer a adesão ao plano novo.

ATENÇÃO: O ingresso dos dependentes dependerá da inscrição do beneficiário titular no plano de saúde.
Para acessar a lista dos 264 procedimentos cobertos clique aqui.
Para qualquer esclarecimento, entrar em contato com o SinPRF-PR, através do telefone/Whatsapp (41) 3266-5535.
Estamos finalizando o mês de abril e iniciamos o mês de maio com um feriado. Um feriado conquistado com muita luta e resistência: o Dia do Trabalhador. E aproveitando este tema, gostaria de propor algumas reflexões sobre a Saúde Mental no Trabalho.
Você sabia que, segundo dados da OMS, os transtornos mentais e comportamentais estão entre as principais causas de perdas de dias de trabalho no mundo? Os casos leves causam em média perda de quatro dias de trabalho/ano e os graves cerca de 200 dias de trabalho/ano. Atualmente, mais de 300 milhões de pessoas sofrem ao redor do mundo com a depressão, sendo esta a principal causa de incapacidade laboral. Mais de 260 milhões vivem com transtornos de ansiedade. Muitas dessas pessoas vivem com ambos os transtornos.
Você costuma pensar sobre as emoções que você vivencia durante seu horário de expediente, durante o exercício do seu trabalho? Seja durante a relação com líderes ou liderados, seja em atendimento de ocorrências, ao público, ao telefone. Você tem consciência sobre o que te ‘tira do sério’? O que te incomoda? O que te estressa? Ir ao trabalho, é um peso ou é tranquilo? Vai animado(a) ou vai contrariado(a)?
Passamos a maior parte do nosso dia no trabalho. Para tal, é fundamental estar atento quanto ao seu bem estar. Você gosta da atividade que desenvolve? Gostaria de fazer outra coisa? Gostaria de mudar de setor, de equipe? Imagina-se em outra carreira? Entrega o seu trabalho da melhor maneira possível?
São algumas reflexões que podem trazer respostas sobre a sua atual situação emocional no trabalho. A forma como você está no seu campo profissional vai interferir nas demais esferas da sua vida, principalmente nos relacionamentos interpessoais, familiares e saúde física.
Deixo aqui a dica para você refletir sobre o seu trabalho e a relação com sua saúde mental. E precisando de um apoio, busque ajuda de um profissional.
Psicóloga Viviane Genovezzi Salatiel
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Confira o vídeo de apresentação sobre o tema desta semana
O assunto do momento é o Chat GPT. Mas afinal, o que é isso? O Chat GPT é um chatbot que utiliza inteligência artificial para interagir com humanos. O robô foi criado pela empresa OpenAI no final de 2022 e fornece soluções e respostas variadas para os mais diversos tipos de problemas e questões.
Nem mesmo a área da saúde foi capaz de escapar do fenômeno do Chat Gap. O psiquiatra Dr. Arthur Guerra, colunista da Forbes Saúde relata que a tecnologia pode auxiliar alguns pacientes na prevenção de doenças, contudo, ressalta que é preciso cuidados ao usar o chatbot para fins médicos.
No que se refere à saúde mental, não faltam comentários nas redes sociais em que as pessoas sinalizam a possibilidade de trocar a psicoterapia pela conversa com a ferramenta, ou ao menos usá-la como complemento.
Andrea Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), aponta que a ausência do medo de julgamento é um dos grandes motivadores para o uso da ferramenta dessa maneira.
A especialista afirma que a inteligência artificial pode ser utilizada como auxílio para reduzir sintomas de certos problemas de saúde mental, como ansiedade. Ressalta que o Chat GPT pode te ensinar técnicas de meditação ou exercícios de respiração, por exemplo. Mas, apesar disso, a ferramenta não é um substituto à psicoterapia, e seu uso para este fim pode trazer prejuízos.
A ferramenta não consegue te dar respostas humanas ou mais elaboradas sobre o seu sofrimento. É como se você estivesse sempre escutando a resposta que quer ouvir”, afirma a especialista.
Rezende destaca que a inteligência artificial não conta com um mecanismo de checagem de fatos, então pode compartilhar informações falsas. “É perigoso quando uma pessoa sem conhecimento profundo na área aceita a resposta do chat sem saber se ela é fundamentada.”
E você, já fez o teste de uso dessa ferramenta? Que tipo de conteúdo você acessa? Em tempo, vale a reflexão sobre que tipo de resposta você vem buscando e o porque buscar a inteligência artificial para sanar tais respostas.
Procure ajuda de um profissional.
Confira o vídeo de apresentação sobre o tema desta semana
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A FenaPRF anunciou uma parceria com a PRF para lançar o “Projeto PRF Amiga dos Autistas”. O objetivo é promover a conscientização sobre a causa e capacitar os policiais para lidar com colegas que tenham familiares autistas, além de incentivar uma abordagem mais humana nas rodovias de todo o país.
O presidente da FenaPRF, Dovercino Neto, destacou a importância da iniciativa para a formação profissional e humana dos PRFs. Ele ressaltou a necessidade de incluir a preocupação com as pessoas autistas na rotina dos policiais rodoviários federais e na relação entre os servidores.
Ao longo do mês, a FenaPRF está promovendo diversas publicações para conscientizar sobre a causa. Curta e compartilhe!
Assista ao vídeo do lançamento do projeto
Com informações da FenaPRF.